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A-24

O Dr. Oliveira Salazar defendeu Portugal, contra os interesses das Sociedades Secretas (Maçonaria, Opus Dei, Bilderberg), KGB e CIA

por A-24, em 08.01.12
Este post vai provavelmente doer a muita gente, mas como a palavra esotérico, significa algo oculto, vedado às massas, de acesso só às elites. Apesar de ser jovem estudei e investiguei a história na sombra por detrás da 1ª GG, da 2ª GG, da Guerra do Ultramar, do 25 de Abril e subsequente infame descolonização. Logo não posso compactuar com a mediocridade intelectual pós-abrilista que deturpou o que foi o Estado-Novo e a postura do Dr. Oliveira Salazar e mesmo do Dr. Marcelo Caetano, verdadeiros patriotas que se recusaram a vender parcelas de Portugal, como é o caso das colónias principalmente Angola e o protectorado político-militar Cabinda (ainda o continua a ser aos olhos do Direito internacional).
Como Português, Patriota e de ideologia Templária, obviamente sou Salazarista convicto apesar de ter nascido depois do 25 de Abril. Não me revejo porém nas ideologias Fascista (Italiana) e Nacional-Socialista Alemã (Nazismo) supostamente de direita, nem no Comunismo (em todas as suas sub-ideologias) supostamente de esquerda, mas se analisarmos na prática estas três ideologias eram muito semelhantes no que toca a regímens políticos, uma vez postos em prática eram todos regimes autoritários e sanguinários. Coisa que o Estado-Novo nunca foi em Portugal.
Entristece-me, porém ver que para além da escumalha intelectual toda pós 25 de Abril, também os nacionalistas de cariz nazi que são pró-fascistas e dizem-se pró-Salazar, não percebam que Salazar como afirmou um dos maiores anti-salazaristas o historiador António José Saraiva, nunca foi Fascista, mas sim Nacionalista Português, pois o único fascista Português foi Rolão Preto desterrado por Salazar
Choca-me também a imagem deturpada que se vende do General Humberto Delgado e do cônsul Aristides de Sousa Mendes, que são endeusados desde a pós-abrilada. Quando eram na realidade dois troca-tintas.
O primeiro era um destacado situacionista (e depois agente da CIA que o matou em Espanha, quando percebeu que ele não era um fantoche totalmente controlável) como provam o trabalho feito enquanto Comissário Adjunto da Mocidade Portuguesa e Adjunto Militar do Comando Geral da Legião Portuguesa, desde o início destas organizações. O PCP apelidou-o de “General Coca-Cola”, aludindo às suas relações com a CIA. «Será interessante notar que a legalização da Coca-Cola, que Salazar sempre havia negado ocorreria após o 25 de Abril, sendo Mário Soares Primeiro-Ministro. Advogado da causa: Fernando Abranches Ferrão, advogado também de Humberto Delgado.»
«Fora da órbita comunista, havia de facto fortes razões para pôr em causa a pessoas. Delgado foi o autor do Guia Oficial da Legião, em 1937 dedicara o seu livro “Aviação, Exército, Marinha, legião” “a Salazar, o grande chefe da Revolução Nacional, em fervorosa, modestíssima e imprópria homenagem”. Mas e muito importante, escrevera em 1934 um livro que está hoje retirado de circulação, intitulado “Da Pulhice do Homo Sapiens”, onde consignou afirmações e princípios e afirmações do mais refinado estilo ditatorial, antidemocrático, para não dizer chauvinista e racista. Nessa obra chamara “traidor” a Afonso Costa, “bandido, Judas, mentiroso, velho idiota, velho traidor, imbecil” a Bernardino Machado, “ex-chulo, politico baixo, porco, malandro” a João Chagas, “clown, pulha, traficante, reles e malandro” ao engenheiro Cunha Leal. Sobre a República implantada em 1910, apodá-la-ia de “tuberculosa, ladra, vigarista”. No mesmo livro escreveria: “que me importa a mim que o preto adore Deus ou o Sol? Que adore Deus, ou um corno ou um escaravelho?”.»
«Fascista dissidente como lhe chamaria Álvaro Cunhal, sempre adoptou uma atitude dúbia. Nas suas “Memórias”, publicadas em 1964 pela Cassel, em inglês, Delgado teve, porém, o cuidado de referir que “nunca recebi qualquer afronta pessoal do Dr. Salazar” e que “pelo contrário ele próprio sugeriu sem qualquer solicitação da minha parte, a oferta de vários cargos, incluindo dois na aviação” e ainda que o Presidente do Conselho de Ministros “sempre me permitiu expressar a forte discordância com ele, talvez devido à sinceridade e dedicação com que sempre o servi”. Tal e qual: sinceridade e dedicação!»
«Eis pois, o homem que em 1932 escrevera: “ aquém pensar que pretendo, berrando, metendo medo, preparar o meu futuro político direi… hoje o que está indicado a quem queria fazer vida pela política é declarar-se meio reviralhista ou reviralhista… de princípios”. Claro que em 1958 todos fizeram de conta que o passado tinha passado. Delgado passaria a ser uma figura grada do anti-fascismo e na Oposição. A amnésia gera disto.»
Nota: Destes dados sobre Humberto Delgado, foram retiradas algumas frases na sua totalidade, para não perderem o contexto, do artigo: “A Pulhice do Homo Sapiens”, de António Pina do Amaral, em jornal O Diabo nº1705, de 1/9/2009, pág. 9.
O Dr. Oliveira Salazar era Nacionalista Português. Para quem conhecer a postura e os estatutos dos Cavaleiros do Templo da Ordem de Cristo, que foram o garante da nossa nacionalidade no passado, em muito a recta intenção, elevação intelectual e a postura humanista e conscientiva do Dr. Salazar se assemelham à destes, na defesa do Império Português, por sinal o primeiro e pioneiro da Globalização e o último antes da passagem da Globalização para: “mundialismo selvagem do grande capital das sociedades secretas”.
Sou novo mas não sou estúpido nem carneiro formatado, o meu pai se fosse vivo teria hoje 85 anos e foi um dos muitos espoliados do Ultramar (neste caso de Angola), tive um tio ministro do Dr. Salazar. E sempre convivi com pessoas da esquerda à direita, mas em casa sempre me fizeram ver os podres e o oculto da revolução e da descolonização, tendencialmente seria mais de direita do que de esquerda, mas o meu passado de investigação e os muitos contactos que fui fazendo pelo mundo, levaram-me a perceber que esquerda e direita são duas faces duma mesma moeda controlada pelas mesmas pessoas (Sociedades Secretas negras), a quem Salazar se opunha.
Deixo-vos aqui o seguinte artigo muito bom, sobre essa temática, porque será que artigos como este não chegam a todos os Portugueses?