Gulag Português
por A-24, em 27.01.13
Considerem o seguinte cenário:
- 10% da população activa emigra.
- receitas fiscais descem de forma drástica.
- restante população activa recusa brutal aumento de impostos para tapar “buraco orçamental”, mas deseja manter o Estado Social, como está!
- credores perdem confiança na consolidação orçamental e deixam de emprestar dinheiro ao Estado português.
Face a esta realidade, pode um Estado sem dinheiro considerar inconstitucional o despedimento de funcionários públicos? Ou é preferível optar por uma política de não-emigração, à semelhança do que se faz na Coreia do Norte ou Cuba?
PS: os pontos 3. e 4. são um facto! O Estado só ainda não declarou falência porque um conjunto de instituições internacionais disponibilizou-se a financiar, temporariamente, o Buraco…