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A-24

Fuck for forest

por A-24, em 14.05.14
O grupo Fuck For Forest (FFF) é uma organização não governamental sediada na Alemanha que foi criada em 2004 na Noruega pelo norueguês Tommy Hol Ellingsen e pela sueca Leona Johansson como forma de proteger as florestas. A organização é um projecto "erótico ecológico" que tem mais de 4000 membros e angaria fundos através da venda de material pornográfico amador. "Uma das ideias da FFF é não ser demasiado profissional, preocupa-nos mais passar bem o conceito do que fazer um produto perfeito", sublinha o casal, que não aceita profissionais do sexo como sócios da ONG.


Com slogans como "Muda a realidade com amor e sexualidade" ou "Salvar o planeta é sexy", a ONG já conseguiu arrecadar mais de 250 mil euros que serviram para financiar projectos ambientais no Brasil, Perú, Equador, Costa Rica e Eslováquia.


Apesar de haver lucros, nem sempre foi fácil para o casal levar a FFF a bom porto, dado que se depararam com organizações que recusaram a sua ajuda pela sua forma pornográfica de angariar dinheiro. 

Várias das suas iniciativas foram negadas devido ao conteúdo erótico e sexual. "A maioria das vezes essas organizações pensam na sua imagem pública e temem o que dirão (publicamente)", afirmam.


O casal tem lidado com polémicas desde o início, quando decidiu fazer sexo explícito perante milhares de pessoas que assistiram ao vivo ao concerto da banda The Cumshots("As Ejaculações") durante o festival de música The Quart, na Noruega. Acabaram detidos e pagaram 1200 euros de multa antes de se mudarem para Berlim. No tribunal, Tommy chegou a mostrar a pila em público e dizer que ele e Leona gostariam de fazer sexo (também) ali no tribunal, porque é um "lugar bonito", mas que assim acabariam por ir presos.

A 2 de Junho de 2011, dois membros da organização simularam sexo na "catedral" luterana (protestante) de Oslo durante uma "cerimónia" e foram condenados a 9000 e 7500 coroas norueguesas (a moeda da Noruega é mais forte que o euro) por comportamento indecente e indignar a decência pública (seksuelt krenkende og uanstendig adferd). Para além da palhaçada que foi a actuação dos membros da FFF, também há a realçar a existência de "pastoras" ou "bispas" que presidiam à "cerimónia" luterana naquela ocasião, como podemos ver na foto de baixo...

O êxito da FFF levou à criação de dois filmes que contam a história do casal fundador do grupo e do projecto. Neles, o casal é retratado como hippies (são os modernos hippies) que defendem o amor e o sexo livre, consomem drogas, são vegetarianos e espalham a sua causa pelo mundo (esquerdistas, portanto...). E será também feito um documentário que conta os três primeiros anos da ONG e mostra a realidade por trás do projecto. "Documentamos relações sexuais reais e não dizemos às pessoas como se têm de comportar ou o que têm de fazer. Gravamos por prazer e para salvar a Natureza e não temos nenhum benefício económico. Como os activistas eróticos não cobram, a energia que se vê entre eles é muito diferente da que há na pornografia comercial", explicam (que conversa é essa da energia? Estamos a falar de electricidade? Ah, não, estamos a falar de paganices...).

Defender causas nobres por meio dessa tropa eco-caritativa que pratica orgias festivas pagãs? Não, obrigado. A preservação ambiental é colocada hoje em dia muitas vezes como pretexto para a prática de superstições e falsas doutrinas como o panteísmo (paganismo ecológico), promovido precisamente pela ecologia à moda da New Age (Nova Era). Com certeza que esses activistas sexuais da FFF estão chafurdados na mais imunda paganice em forma da New Age que ilumina a sua triste existência, envolvendo um fiat lux cósmico que lhes traz um sem fim de ying yang, ioga, prana, sutra, maia, karma, etc., e que lhes faz irem para a cama (ou melhor, para a relva, árvores, rio... tudo em nome da "mãe Natureza") com mais um, qualquer um ou todos. Om ah hum vajra guru padma siddhi hum...