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A-24

A crítica certa

por A-24, em 26.02.13

Por João Vaz

O velho discurso comuna
Porque há coisas que nunca mudam. E porque quem tem dinheiro ou é banqueiro é, necessariamente, fascista - já as elites comunas da URSS, Bloco de Leste e outros paraísos cleptocratas nunca eram ricas nem fascistas, apenas democráticas e populares.

Jerónimo, o cro-magnon, em terras do oriente
Jerónimo de Sousa, chefe da seita vermelha, está fora do país. Foi à democrática República Popular da China, a convite dos comuno-capitalistas lá do sítio. Depois disso o líder estalinista vai estar no Vietname e no Laos. A digressão do comuna parece mais uma romagem da saudade, mas é assim a mentalidade desta gente. Em visita pelos últimos redutos do partido único, apesar de convertidos ao capital, o dirigente que também é conhecido por acumular baba ao canto da boca quando fala fica agora à espera do convite da liderança norte-coreana para ter acesso a um verdadeiro paraíso capitalista. Mais uma vez ficamos esclarecidos quanto à natureza destes facínoras, os mesmos que clamam por liberdade e democracia mas apenas têm como companheiros os últimos ditadores e candidatos a tal do planeta.

Mais um dia mais uma interrupção
Desta vez foi ao ministro da saúde. Cinco inúteis entoando a cançãozita do bastardo Zeca - já agora, porque será que estes bandalhitos comunas têm sempre o mesmo ar desleixado?. Não gostam dos ministros, façam como eu, não os vão ver, não os ouçam. Mas poupem-nos ao mau gosto. Ou, se tiverem mesmo de os interromper, se a necessidade de aparecer na televisão for assim tão forte, arranjem uma musiquinha com interesse, uma coisa bonita, e não esta javardice da vila morena.


Se estes bandalhos vão ser jornalistas então sabemos com o que contar
O ministro Relvas pode ser um rapaz que suscita poucas simpatias, mas o comportamento de alguns estudantes no dia de hoje é ainda mais revoltante. Quando o ministro Relvas se preparava para intervir num colóquio sobre o futuro do jornalismo foi impedido de o fazer por um punhado de bastarditos armados em censores. Ainda por cima, pelo que ouvi, os ditos são estudantes de jornalismo. Quando futuros jornalistas se comportam como escroques está tudo dito. Posso não gostar - e não gosto - do ministro Relvas e de outros que o acompanham, mas gosto muito menos dos zelotas da democracia, dos hipócritas que usam a palavra liberdade e depois estão sempre prontos a censurar os que não lhes agradam. Os fulanos que cantam a ladaínha de Grândola ou insultam o ministro e não o deixam falar são legítimos herdeiros dos biltres estalinistas e maoístas e de outros facínoras que mancharam a história do século passado. Estes jovens dos nossos dias são da mesma cepa, pequenos ditadorzitos de pacotilha, bastarditos de terceira ordem rápidos a impôr aos outros a sua censura. Já podemos saber o que esperar destes futuros jornalistas. Esperemos que nunca venham a ser mais que isso, ums jornaleirozecos de trazer por casa arvorados em censores no seu pequeno canto.

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