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A-24

A Suécia e o falhanço do multiculturalismo

por A-24, em 13.06.13
Durante os últimos 20 anos da Suécia, tem sido Utopia para os imigrantes, o país europeu que melhor colocou em práctica o famoso apelo inscrito na base da Estátua da Liberdade, "Dêem-me os vossos cansados, os vossos pobres, as vossas massas que clamam por serem livres". 
Mas durante a semana passada a Suécia foi um país em chamas à medida que as tensões foram incendiadas como resultado da morte de um imigrante de 69 anos, morto pela polícia depois deste estar munido com um machado. 
O incidente ocorreu num subúrbio de Estocolmo (Husby), e é seguro afirmar que a grande experiência multicultural sueca encontra-se em perigo à medida que os nativos se questionam se estão a pagar o preço por terem um dos mais generosos sistemas de assistência social da Europa. 
Imigrantes que requisitam asilo recebem casas novas e mobiladas numa área da sua escolha, e a família comum pode receber até £1,700 por mês, alega o Partido Nacional Democrata da Suécia (NDP =National Democrat Party).
Na Suécia, cerca de 15 porcento dos residentes têm origens estrangeiras, a percentagem mais elevada de qualquer país nórdico. Nos subúrbios como Husby, 80% dos 11,000 habitantes são imigrantes da primeira ou segunda geração. 
Muitos Suecos alegam que permitir o aumento dos guetos gerou o efeito da "Balkanização", com muitas zonas "no-go" [obs: "No-go zones" são zonas onde os imigrantes implantam a sua vontade, mesmo que esta esteja em oposição às leis do país em questão].

O membro do NDP Marc Abramsson afirma:

Estamos perante uma situação onde os canalizadores, os homens de entrega e mesmo os bombeiros são recebidos com suspeição e ressentimento quando entram numa destas vizinhanças. . . . A Suécia tentou mais do que qualquer outro país fazer com que a integração funcionasse. Investimos virtualmente milhares de milhões do dinheiro dos contribuintes e tentamos tudo o que os cientistas nos apresentaram.Se isso não funciona aqui, o que é que isso demonstra?

(....)

Na Suécia, por exemplo, a percentagem de desemprego entre aqueles nascidos fora do país é de 16 porcento, quando comparados com os 6 porcento entre os nativos suecos. O Dr van de Beek afirma:

Países com um extenso sistema pensionista, tais como a Holanda, a Suécia e a Grã-Bretanha, atraem mão-de-obra menos especializada e isso aumento o risco deles se tornarem desempregados e passarem a depender de subsídios do Estado. [obs: o propósito é mesmo esse, nomeadamente, atrair grupos de pessoas que fiquem dependentes do Estado]. 

O sentimento existente actualmente é que a liberdade de movimento deveria ser aceitável se a mesma só fosse aplicada a países da Europa Ocidental; abrir as portas da membrasia na União Europeia a países com uma situação económica totalmente diferente causa problemas imensos.

A Holanda, divida que está entre preocupar-se com a imigração ou aceitar o sonho da UE, não é o único país a vacilar. A Chacenler alemã Angela Merkel já não consegue ignorar a pressão resultante do crescente desconforto. O novo partido político, "Alternative For Germany" ["Alternativa Para a Alemanha"], que advoga o abandono do euro e a re-aquisição dos poderes conferidos a Bruxelas, ganhou 10,476 apoiantes em pouco mais de 3 meses - 1,000 desses apoiantes provenientes do Democratas Cristãos (partido de Angela Merkel).
Durante o ano passado a França expulsou 10,000 ciganos romenos - uma clara violação das leis da UE - ao mesmo tempo que a Itália os mantém em campos parecidos com campos de refugiados. A Espanha, que chegou a ser o maior absorvente de imigrantes da Europa, encontra-se agora tão violentada pela recessão que anualmente centenas de milhares estão agora a abandonar o empobrecido país. 

Na Dinamarca, a nova coligação governamental esquerdista rejeitou de todo um controle mais rigoroso das linhas fronteiriças no ano passado. Actualmente esta coligação está tão enfraquecida nas sondagens que é bem provável que sejam removidos do poder em 2015. Morten Messerschmidt, MEP [Membro do Parlamento Europeu] em nome do "Danish People's Party" diz:
Ninguém se opõe aos operários estrangeiros, mas eles têm que receber ordenados dinamarqueses. Os imigrantes da Europa do Leste ficam satisfeitos em receber £7.30/hora, mas os dinamarqueses que pagam elevados impostos não conseguem sobreviver desta forma.

Na Grã-Bretanha, a "Migration Watch" discorda com a segurança proveniente do "Foreign Office" e avisa que 250,000 Búlgaros e Romenos podem chegar à Grã-Bretanha durante os próximos 5 anos. Paul Nuttall (Ukip) diz:

Com acesso facilitado a benefícios estatais, quem é que os pode culpar?

Fonte: http://bit.ly/10K2BMz

* * * * * * *
É sempre muito informativo ver pessoas inteligentes a lidar com os sintomas dum problema e não com ascausas do mesmo. Obviamente, que a presença de zonas onde os imigrantes impedem o acesso de forças governamentais é problemático, mas isso é só um sintoma. A própria imigração em si, tópico cada vez mais na boca nativos europeus, é um sintoma de escolhas que aconteceram antes.

O problema não é só a presença de imigrantes intolerantes da cultura nativa, mas sim a ideologia que abriu as portas à sua chegada e que impede que eles sejam absorvidos na cultura local. Essa ideologia, com o nome de multiculturalismo, é um dos braços do Marxismo Cultural e o seu objectivo é o mesmo que os outros braços dessa ideologia politica (feminismo, gayzismo, ambientalismo radical): aquisição de poder para a esquerda militante através da destruição de toda a ordem social que se possa opor.

Neste caso, a imigração em massa ataca de forma agressiva o nacionalismo europeu, impedindo assim que aconteça outra vez o que aconteceu durante a 1ª Guerra Mundial, quando os europeus de então rejeitaram por completo o discurso da "guerra de classes", anunciada por Marx e Cª, preferindo no seu lugar lutar lado a lado com os membros de outras classes sociais e económicas contra os outros países.

Portanto, lutar contra a imigração em massa é benéfico, mas para que esse empreendimento seja melhor sucedido, é importante saber que essa imigração não foi feita para o benefício dos imigrantes mas sim para a destruição da unidade racial, social, cultural e religiosa da Europa.

in Marxismo Cultural

Suécia - Como a minha cidade foi ao fundo

por A-24, em 05.06.13
Filho de uma sueca e de um dinamarquês, o jornalista Viggo Cavling cresceu num dos bairros afetados pela recente onda de violência. Conta como os edifícios que foram o sonho de uma sociedade progressista se tornaram guetos sem esperança.

Viggo Cavling

Os distúrbios que eclodiram em Husby, subúrbio [no noroeste] de Estocolmo, propagaram-se às localidades vizinhas de Rinkeby e Tensta, a oeste da capital, e a Hagsatra e Fruängen, para sul. Todos estes aglomerados populacionais foram construídos no âmbito do “Miljonprogrammet”, um programa sueco que visava construir um milhão de casas, entre 1965 e 1975. Muitas dessas cidades receberam nomes poéticos como Lindängen [Prado das Tílias], em Malmo, e Hammarkullen [Colina do Martelo], em Gotemburgo.
Quando conheceu o meu pai, na década de 1960, a minha mãe vivia em Fruängen, num edifício baixo que acabava de ser construído e foi a primeira locatária do rés do chão. Esse pequeno estúdio permitiu-lhe pôr fim a dez anos de vida nómada, em que andou de um subaluguer para outro. O meu pai vivia em Copenhaga. O jovem casal optou por um compromisso e instalou-se em Malmo, no bairro de Rosengard [Jardim de Rosas] – o nome mais bonito alguma vez dado a um bairro.
Depois do meu nascimento, em novembro de 1969, a família mudou-se para um edifício no Herrgarden, na Rua Bennetsvag. Uma história muitas vezes contada na minha família é a da primeira viagem de autocarro da minha mãe para Rosengard, cheia de sonhos e esperanças. Hoje, o Herrgarden de Rosengard está classificado pela UE entre os aglomerados mais pobres da Europa.

Primeiro-ministro não tinha motorista
Quando a minha irmã nasceu, o meu pai conseguiu um apartamento de três assoalhadas no quinto e último andar de um edifício novo em Widellsväg, depois de ter almoçado com o funcionário da cooperativa de habitação HSB. Da varanda, via-se o Oresund [o estreito que separa a Dinamarca e a Suécia], e até se lobrigava o seu antigo apartamento no edifício Domus Portus, no bairro de Osterbro, em Copenhaga.
Ambos os meus pais pertencem a famílias abastadas. O meu avô paterno era editor do Politiken [jornal dinamarquês] e o meu avô materno era juiz distrital em Ängelholm [no Sul da Suécia].
Apesar de não ser mencionado explicitamente em casa, os meus pais viveram intensamente o grande ímpeto de nivelamento económico e social que caracterizou a Suécia do pós-guerra. O primeiro-ministro Olaf Palme também aderiu ao movimento: com a esposa, Lisbet, oriunda da nobreza sueca; deixou o bairro tranquilo da sua infância, Ostermalm [no centro de Estocolmo], para se instalar perto de Husby, no novo bairro de Vällingby, com as suas fileiras de casas idênticas. Para se deslocar para o seu gabinete de primeiro-ministro, não usava carro com motorista, antes conduzia o seu pequeno Saab.
Este nivelamento da Suécia atingiu o seu apogeu em 1973. Nesse verão, o assaltante de um banco, em Norrmalmstorg [uma praça no centro de Estocolmo], saltou para as primeiras páginas dos jornais. Fez reféns os funcionários do banco e exigiu que lhe entregassem o mais famoso bandido sueco da época. Clark Olofsson foi então escoltado pela polícia, da sua cela até ao banco. O primeiro-ministro Olaf Palme interrompeu imediatamente a sua campanha eleitoral e regressou à sede do Governo, Rosenbad, para participar nas negociações.
“Síndrome de Estocolmo”

Imbuídos do espírito da época, os reféns criaram relações de simpatia com os malfeitores [a expressão “síndrome de Estocolmo”, utilizada em psiquiatria, tem origem neste acontecimento], muito menos abonados do que eles. E a caixa do banco telefonou diretamente para Olaf Palme, para lhe apresentar as reivindicações do sequestrador: uma quantia em dinheiro, um carro e a liberdade.
Quando a polícia libertou os reféns, ao fim de alguns dias, com o drama a ser transmitido em direto pela televisão sueca, Palme foi ao local, à noite, para realizar uma conferência de imprensa improvisada. Alguns meses mais tarde, no outono de 1973, o resultado da eleição confirmava esse nivelamento: os blocos políticos obtinham o mesmo número de lugares no parlamento. Palme continuou na chefia do Governo, procurando apoios do outro lado do centro. Em caso de desacordo entre os políticos, o problema era resolvido por sorteio. Alguma vez uma nação esteve tão perto do consenso?


Porém, o nivelamento cessou, na própria década de 1970. O crescimento do produto interno bruto dos anos 1950 e 1960 terminou, mas não a subida dos salários, causando uma enorme inflação. Quando a direita sucedeu a Palme nas eleições seguintes, ele declarou que grande parte do trabalho já estava feita. A verdade é que a direita se meteu num verdadeiro atoleiro. Os social democratas regressaram então ao poder, em 1982. Uma comissão secreta de estratégia eleitoral, liderada pelo futuro ministro das Finanças, Kjell-Olof Feldt, resolveu abandonar a meta do pleno emprego, em prol de uma inflação mais baixa. O movimento de nivelamento atingira o seu auge. Segundo asúltimas estatísticas da OCDE, a Suécia é hoje o país da Europa Ocidental onde as disparidades de rendimento mais cresceram.

As ruas da infância
A família Cavling gostava de Rosengard. O bairro é composto, a sul, por habitações de arrendamento e, a norte, onde vivíamos, por cooperativas de habitação. As duas zonas estão separadas por uma estrada de quatro faixas, a Amiralsgatan. Os dois enclaves eram habitados sobretudo por operários com bom nível de vida, funcionários públicos e trabalhadores independentes, como o meu pai. Manteve o apartamento que lhe serviu de escritório até à morte, em 1983. A minha mãe bem se esforçou por vendê-lo, mas não encontrou comprador. Tivemos, portanto, de o entregar à cooperativa de habitação.
A nossa nova habitação faz parte de uma fila de pavilhões. Como em Rosengard, estamos num bairro em que carros e pessoas estão bem separados. Entre os nossos vizinhos, está a família Billström, cujo filho, Tobias, ruivo e obstinado, entrou para a Juventude Moderada [secção de juventude do Partido Moderado, conservador], sendo os seus pais sociais-democratas.
Muito ativos na década de 1980, a Juventude Moderada incitava os seus membros a participar nos Conselhos de Alunos dos estabelecimentos de ensino. Tobias tornou-se, pois, o representante dos alunos do seu liceu, que estava bastante degradado. Em vez de ir pedir financiamento à Câmara, Tobias decidiu enviar uma carta ao Papa, apelando à sua generosidade. A resposta positiva da Igreja Católica deu origem a um longo artigo no jornal regional Sydsvenskan. Hoje, Tobias é o ministro sueco para as Migrações e Políticas de Asilo. Nas ruas da nossa infância, 10% dos eleitores votaram a favor do partido xenófobo dos Democratas da Suécia, na última eleição [o partido obteve 5,7% dos votos nas eleições nacionais em 2010, e entrou para o parlamento pela primeira vez]. Mas na nossa juventude, a origem das pessoas não importava.

Não há como fugir de Husby
Nos últimos dias, os jornais suecos transbordavam de artigos sobre Husby e os outros subúrbios da época. A imagem que emerge é múltipla. Por um lado, instituições como as clínicas de parteiras, os correios e os bancos foram recentemente fechados. Por outro, um programa social enfiou no bairro milhões de coroas suecas. A escola de Husby tem mais recursos do que muitas outras na região de Estocolmo. No entanto, apenas 64% dos alunos terminam o curso. Cerca de 65% dos 12 200 habitantes de Husby nasceram no estrangeiro; 38% dos jovens dos 20 aos 25 anos não estudam nem têm trabalho. Não há muito tempo, retiraram-lhes o cartão que lhes dava direito a descontos nos transportes públicos. Quando se bate no fundo, em Husby, não há nada a fazer nem forma de fugir dali.
Vejo uma ligação direta entre estes jovens e os presos que estão em greve de fome em Guantánamo. Não têm nada a perder. A sua única arma é o corpo. O Governo conservador diz que todo o trabalho merece um salário, mas, ao mesmo tempo, com a inflação em queda, a nossa sociedade é muito rentável.
Um trabalhador da fábrica de camiões Scania produz hoje quatro vezes mais do que há vinte anos. A maior parte dos empregos não qualificados foi eliminada através da racionalização, e os poucos que subsistem são objeto de uma disputa feroz. Chega a haver centenas de candidatos para um lugar de funcionário da limpeza de escritórios à noite. O salário é miserável e as condições de trabalho são ainda piores.
Praticamente 99% dos atiradores de pedras são rapazes e jovens do sexo masculino. Não lutam apenas contra a polícia e os bombeiros. Lutam também com a sua própria imagem. Na escola sueca, os rapazes têm piores resultados do que as raparigas em todas as disciplinas. Há alguns anos, os meninos eram mais fortes nas disciplinas técnicas; mas, quando passou a ser obrigatório os estudantes comunicarem o que faziam, até nisso as raparigas os superaram.
O estigma dos que ficam
A Suécia está hoje inundada de raparigas brilhantes, “novas suecas de primeira geração” [filhas da primeira geração de imigrantes]. A mais famosa é Gina Dirawi [nascida na Suécia, em 1990, de pais palestinianos do Líbano]. Iniciou a sua carreira a realizar curtas-metragens divertidas, que foram sendo colocadas no YouTube. Em poucos anos, ei-la a apresentar o concurso [nacional] da Eurovisão. E há muitas como ela.
Só há um exemplo do sexo masculino que alcançou o topo vindo de bastante baixo, o futebolista Zlatan Ibrahimovic, que nasceu e cresceu em Rosengård, em Malmo. Na semana passada, expôs as suas ambições como membro da equipa nacional sueca: quer ser o melhor jogador de todos os tempos e marcar o máximo de golos. Ainda lhe faltam onze. Quando se vai de bicicleta do centro de Malmo para Rosengard, passa-se por dentro de um túnel. À entrada, está escrito: “Pode-se sair em rapaz de Rosengard, mas não se sai de Rosengard um rapaz. Zlatan”
Para alguns, os subúrbios tornam-se como uma medalha que se usa a vida inteira. Mas isso só se aplica aos que saem. Para os que ficam, é um estigma de que se torna impossível livrar-se. Independentemente do número de pedras que se atirem ou de quantos carros se incendeiem, esse estigma será cada vez mais flagrante.
Na nova Suécia, muitas pessoas beneficiam de melhores condições de vida. Como eu. Moro no centro, tenho um salário mais que decente e posso passear por todo o mundo. Estou constantemente a sair do centro. Ao mesmo tempo, vivo aterrorizado com medo de falhar e de ser atirado para baixo. Sei que, se isso me acontecer, ninguém me pode salvar. Eu e os meus filhos ficaríamos tão perdidos como aqueles que andam a atirar pedras.

Press Europe

A Suécia em questão (1/2): Os motins de Husby, um retumbante fracasso

por A-24, em 31.05.13
As revoltas que deflagraram por estes dias nos arredores de Estocolmo mostram que a integração de inúmeros imigrantes que moram naquele país nunca aconteceu. Em causa está a falta de vontade política do Governo para agir nas questões da educação e do emprego.
Lena Mellin

O atirar de pedras e o incêndio de viaturas em Husby (nos subúrbios a norte de Estocolmo) é o espelho do fiasco de uma política. Foi preciso muito tempo para chegar a este ponto. Vai ser preciso ainda mais para repor a situação.
Husky é igual a muitos outros subúrbios problemáticos de aglomeração em Estocolmo. Em comum têm uma grande população de imigrantes, um número elevado de beneficiários da segurança social, muitos jovens com problemas escolares e uma taxa de desemprego elevada.
Segundo os números da agência sueca para o emprego, 20% dos jovens de Husby não desenvolveram qualquer tipo de atividade em 2010. 1 em cada 5 jovens entre os 16 e os 19 anos não trabalha nem estuda. Na verdade, não fazem nada. Mas a natureza humana inventa ocupações, e estes jovens – rapazes na sua maioria – encontraram novos afazeres. Por exemplo, empoleirar-se nas pontes e atirar pedras aos carros da polícia ou incendiar os carros dos vizinhos. É verdade que eles não afirmam que é melhor gerar caos e partir coisas do que não fazer nada, mas no entanto é o que fazem, e esse é o problema.
Dos 4 jovens indiciados até agora (22 de maio) na sequência dos motins de Husby, o mais velho tinha 18 anos. Todos, exceto um, já tinham sido condenados. Mesmo o mais jovem com 15 anos já pode ser penalmente responsabilizado pelos seus atos (a idade de responsabilidade penal na Suécia foi fixada nos 15 anos).

O problema está no emprego
Não é preciso fazer nada para perceber que estamos face a um fiasco político retumbante. O problema tem origem nos guetos. Dos 12.000 habitantes de Husby mais de 60% nasceram no estrangeiro. Se contabilizarmos os que nasceram na Suécia mas cujos pais nasceram no estrangeiro este número sobe até aos 85%.
O problema também está na escola. O primeiro-ministro, Fredrik Reinfeldt, anunciou, a 21 de maio, a atribuição de novos recursos para a educação. É uma boa notícia, mas que peca pela demora. Quando 1 em cada 5 estudantes do ensino secundário não vai à escola é porque o sistema de ensino local falhou.
O problema também está no emprego. O emprego que é o primeiro vetor da integração. É aí que se aperfeiçoa a utilização da língua, que se constroem redes de contactos e se ganha dinheiro.

Subúrbios vistos como destinos exóticos
Os subúrbios que acolhem muitos imigrantes exigem uma atenção colossal que os decisores políticos não lhes dão. Este problema de gestão não é de hoje e infelizmente tem sido ignorado. Há bem pouco tempo nem se podia dizer que uma zona que alberga nada menos de 114 nacionalidades não precisa de mais recursos e atenção do que outras que acolhem significativamente menos. Em vez disso, os subúrbios com alta densidade de imigrantes foram apresentados como destinos exóticos onde se podia comprar legumes a bom preço.
O problema não vai ser resolvido da noite para o dia. Vai ser preciso injetar recursos consideráveis na educação, logo desde o jardim-de-infância. Quando se começa a derrapar logo na adolescência, como é o caso dos jovens que foram indiciados, as probabilidades de regressar ao caminho certo são escassas. Quando existem pais, ou pais dos amigos, que estão desempregados parece muito natural não trabalhar. Quando ir à escola nos faz sentir enjeitados é fácil desistir de estudar.
Em Husby a taxa de atividade é cerca de 40% contra os 65% à escala nacional. É neste primeiro número que reside o mal – ou melhor dizendo, o pior de todos os males.

Patriotas suecos patrulham Estocolmo para proteger a população autóctone dos extremistas muçulmanos

por A-24, em 29.05.13
Alerta Digital

Tras el anuncio entreguista del jefe de Policía de Estocolmo de no emplear la fuerza para detener los disturbios de inmigrantes musulmanes que azotan la ciudad desde hace casi una semana, los nacionalistas suecos se han puesto manos a la obra. La noticia de que unos ciudadanos tengan que organizarse para proteger las vidas y las haciendas de las personas, ante la complicidad de las autoridades políticas y policiales con los criminales extranjeros, refleja elocuentemente el grado de putrefacción y vesania de las democracias liberales europeas.
Siguiendo el ejemplo de miembros de la formación griega Amanecer Dorado, estos patriotas marchan por los barrios donde los inmigrantes incendian contenedores y coches y agreden a los ciudadanos suecos, evitando con su presencia, y en muchos otros casos con sus acciones, que los agitadores somalíes, como son en su gran mayoría, campen a sus anchas provocando unos disturbios que a diferencia de los ocurridos en Francia hace pocos años, apenas están teniendo relevancia en la prensa internacional..
Ante estas patrullas ciudadanas en Estocolmo, muy activas en el guetto de Tumba, los medios han puesto el grito en el cielo y la policía, que no actuaba contra los extremistas musulmanes, está tratando de evitar estas patrullas. Vivir para ver. Se trata de impedir el apoyo voluntario al mantenimiento del orden y no la violencia antiblanca desatada por inmigrantes mayoritariamente musulmanes.

Efeitos do multiculturalismo na Suécia

por A-24, em 26.05.13
N.P. Ainda que o politicamente correcto, a comunicação social nacional e estrangeira não menciona a origem destes arruaceiros "jovens", mas não há problema, qualquer dia já nem será necessário mencioná-los de tão tristemente comum se tratar. 
Esquerda política, lobbys das minorias e afins em silêncio, para não variar.


"Na Suécia, o primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt fez um apelo à calma depois da terceira noite consecutiva de confrontos entre jovens e polícia. Desde o fim de semana que um grupo de adolescentes causa distúrbios em Estocolmo, considerados como os piores dos últimos anos. Dezenas de carros foram incendiados nos últimos dias. Os jovens têm partido janelas de edifícios em vários pontos da cidade. Pelo menos oito pessoas já foram detidas. A revolta está relacionada com a morte de um jovem que foi atingido por um disparo da polícia." Público

Suécia: “Judeus suecos fogem do seu antigo santuário”

por A-24, em 22.05.13

“We are one” [Somos um só], diz a divisa do concurso Eurovisão da Canção, que se realiza por estes dias em Malmö.
Mas, “numa altura em que a antiga cidade industrial se tornou um ponto de encontro internacional cheio de otimismo”, afirma o Dagens Nyheter, “um número crescente de famílias judias abandonam-na. O antissemitismo tornou-se um traço de caráter de Malmö. A perseguição tornou-se moeda de troca e muitos judeus não veem qualquer futuro na sua permanência na cidade”.
Nos anos de 1970, a comunidade judaica de Malmö tinha dois mil membros. Atualmente, são apenas 500, escreve o jornal. “A maior parte foi para Estocolmo ou para o estrangeiro.”

Press Europe

O tormento da mulher sueca

por A-24, em 25.02.13
Durante os últimos anos, a Suécia importou um largo número de imigrantes muçulmanos, o que tem tido efeitos catastróficos. A população sueca aumentou de 9 milhões para 9,5 milhões durante os anos 2004-2012 - muito devido à imigração de países como o Afeganistão, Iraque e Somália. 16% de todos os recém-nascidos têm uma mãe que nasceu num país não-ocidental.

A Suécia tem hoje a segunda maior taxa de violações do mundo, logo depois da África do Sul, que, com 53.2 por cada 100.000, é seis vezes mais elevada que a taxa dos Estados Unidos. As estatísticas sugerem que uma em cada quatro mulheres suecas será vítima de abuso sexual.
Por volta de 2003, a estatística de violações da Suécia já era mais elevada que a média quando se encontrava à volta dos 9.24, mas em 2005 ele explodiu para 36.8 e por volta de 2008 ela atingiu os 53.2. Actualmente, ela deve ser ainda mais alta à medida que os imigrantes muçulmanos continuam a aumentar a sua presença junto da população.
Com os muçulmanos a representarem cerca de 77% de todas as violações, e existindo uma equivalência entre o aumento das violações e o aumento da população muçulmana, o resultado da imigração muçulmana é uma epidemia de abusos sexuais levados a cabo por uma ideologia misógina.
As estatísticas encontram-se focadas nos centros urbanos, onde os colonialistas islâmicos se concentram. Em Estocolmo, neste Verão, ocorreram em média cinco violações por dia. A Suécia deixou de ser uma cidade sueca e passou a ser uma cidade onde 1/3 das pessoas são imigrantes, e onde entre 1/5 a 1/4 dos locais adere à fé de Maomé.
Entretanto, e como demonstração clara da total subversão do senso comum europeu, em vez de se lidar com as causas da violação de mulheres (a imigração islâmica), os europeus constroem cintos anti-violação.

Lésbica, casada e a celebrar a missa

por A-24, em 08.02.13

Enquanto a França se divide em relação ao casamento para todos e o Parlamento polaco acaba de rejeitar a união civil, um país parece estar acima destes debates: a Suécia. Lá, é possível ser lésbica, casada e… bispo sem causar escândalo.
Nesse dia, os sinos da igreja da aldeia de Dalby, no sul da Suécia, tocaram só para elas. Anna e Cristina Roeser conheceram-se em 2005. Poucos meses depois começaram a viver juntas e, mais tarde, anunciaram o seu noivado. Anna é auxiliar de infância numa creche. Christina estuda teologia. Ambos sempre sonharam construir uma família. Para ter o direito à procriação medicamente assistida, tinham de oficializar a sua “união”. Queriam um grande casamento pela igreja, mas acabaram por abandonar a ideia.
A cerimónia foi organizada no tribunal em 2007. “O juiz recebeu-nos durante a sua pausa, no meio de um processo por corrupção”, conta Anna. Na altura, a Igreja Evangélica Luterana à qual pertencem como 70% dos suecos, considera a possibilidade de abrir o casamento aos casais homossexuais.“Sabíamos que estava para acontecer, mas não sabíamos quando”, explica Christina. Em vez de tentar obter a bênção religiosa pela sua união, decidiram esperar até poderem realmente casar. A 1 de abril de 2009, os deputados aprovaram uma lei que autoriza o casamento “sexualmente neutro”. Seis meses mais tarde, a Igreja da Suécia, separada do Estado desde 2000, faz o mesmo, tornando-se a primeira Igreja maioritária no mundo a casar pessoas do mesmo sexo.

Uma minoria de refratários

Para os cristãos homossexuais, que lutam há mais de trinta anos na Suécia, é uma grande vitória. Para as duas mulheres, é uma decisão lógica. Nunca precisaram de defender a sua orientação sexual junto dos seus próximos ou colegas. Em outubro, tornaram-se mães de duas pequenas raparigas, Théia e Esther, que batizaram recentemente. Anna, 37 anos, é a
mãe biológica. “Na Suécia ninguém acha isso estranho”, garantem. O mesmo se aplica ao casamento pela igreja, celebrado em agosto de 2010. “Queria muito que o nosso amor fosse abençoado por Deus”, confia Christina, 28 anos, que foi ordenada padre há um ano.
Mas a decisão de casar os casais homossexuais não deixou toda a gente contente no país. Muitos bispos teriam preferido que a Igreja luterana renunciasse ao seu direito de celebrar os casamentos, em vez de se pronunciarem sobre o texto de lei adotado pelo Parlamento. Os membros do sínodo, composto por 250 representantes eleitos nas paróquias, recusaram esta solução. E 70% deles aprovou o casamento para todos, a 22 de outubro de 2009.
Desde então, os ânimos voltaram a acalmar, garante o arcebispo Anders Wejryd que exerce em Uppsala (perto de Estocolmo), o centro da Igreja luterana sueca. Não tem nada que ver, afirma ele, com os conflitos que resultaram da decisão de ordenar as mulheres padres em 1958. Houve alguns refratários que se demitiram, mas não passaram de uma minoria. Não houve nenhuma “corrida à igreja”: entre 2010 e 2011, apenas 350 casais homossexuais casaram pela igreja, contra cerca de 40 mil casamentos heterossexuais.
Em julho de 2009, dois bispos anglicanos enviaram uma carta ao arcebispo da Suécia para o alertar: a decisão da Igreja sueca “corre o risco de comprometer a nossa comunidade”, escreveram. A Igreja ortodoxa russa já cortou relações em 2005, em reação à bênção das uniões civis. Na altura, na Suécia, mais de 800 padres assinaram uma petição que denuncia uma decisão que consideram “entrar em conflito com a ordem da vida de casal e do casamento que Deus, através da sua palavra, nos revelou e que se define como uma relação entre um homem e uma mulher”.

O milagre do amor

Em 1985 os bispos da Suécia recomendavam a abstinência aos cristãos homossexuais. Foram necessárias três investigações adicionais e dezenas de relatórios para começar a mudar as coisas. Há quem continue a opor-se. Em Estocolmo, no verão de 1980, o padre Ludvig Jönsson organizou uma missa na sua igreja para celebrar o fim da parada do orgulho gay“Sempre que um amor nasce, é acompanhado de um milagre”, declarou. Estas palavras continuam a fazer-se ouvir.
Eva Brunne, 58 anos, homenageia-o a ele e aos seus predecessores. Em 2009 foi eleita bispo de Estocolmo. A informação deu a volta ao mundo. Esta garante que a sua orientação sexual, ou o facto de estar a criar uma criança com uma mulher, nunca foram alvos de debates na sua nomeação. Estará a Igreja da Suécia à frente do seu tempo? “Penso sobretudo que, por sermos uma igreja reformada, estamos habituados a evoluir à medida que a sociedade se transforma”, considera.
Em Uppsala outra mulher padre e lésbica concorda. Para a Igreja Luterana Evangélica, explica Anna-Karin Hammar, 61 anos, “a experiência é tão importante quanto a tradição”. Está convencida de que, “se São Paulo vivesse nos dias de hoje e soubesse o que nós sabemos, seria a favor do casamento dos casais do mesmo sexo”. Proveniente de quatro gerações de padres, Anna-Karin Hammar surpreendeu todos e todas em 2006, quando apresentou a sua candidatura à sucessão do seu irmão, o arcebispo K. G. Hammar. Teve de ser:"Nenhuma outra mulher o quis fazer". Uma pioneira? Em 2001, com a sua companheira, Ninna Edgardh, 57 anos, teóloga e mãe de duas crianças, convidaram 70 pessoas próximas para a catedral de Uppsala para abençoar a sua união, celebrada por uma amiga bispo, quatro anos antes de este tipo de cerimónia ser oficialmente autorizado pela igreja.
O presidente da Ekho (Associação Ecuménica de Cristãos Homossexuais), Gunnar Beckström, que já enfrentou todo o tipo de lóbi, tem um conselho para os homossexuais católicos franceses: “Levantem-se e digam que não querem ser mais oprimidos”. Porque o papa está errado: “Tem de começar a ler os textos corretamente e a interessar-se pelo recente estudo da Bíblia”. E insiste: “A homossexualidade não é uma doença. Oprimir os homossexuais nunca foi a vontade de Deus”.

Suecos criam horários especiais para noctívagos

por A-24, em 16.09.12
A Suécia começa neste mês uma nova revolução social, com a introdução da chamada “Sociedade B” –uma sociedade que leva em conta os diferentes ritmos biológicos dos indivíduos para introduzir horários alternativos de funcionamento para escolas, locais de trabalho, universidades e organizações.
A primeira instituição sueca a implementar o esquema é uma escola secundária de Gotemburgo, que a partir de setembro vai oferecer turnos opcionais entre 20h e 8h.
“Por que precisamos trabalhar todos no mesmo horário e enfrentar os mesmos engarrafamentos?“, pergunta o manifesto do movimento B-Samfundet (“Sociedade B”). “Por que temos de correr ao mesmo tempo para pegar as crianças na escola antes que elas fechem? Por que tudo tem de funcionar nos mesmos ritmos e horários se isso causa problemas gigantescos na infra-estrutura da sociedade?”
O B-Samfundet tem origem na Dinamarca, onde foi criado no ano passado. Ainda neste outono europeu, a Sociedade B será introduzida na Noruega e na Finlândia, e para outubro está previsto o lançamento no Reino Unido.
A Sociedade B se baseia em pesquisas científicas que indicam que cada indivíduo tem seu próprio ritmo biológico, uma espécie de “relógio interno” que é geneticamente determinado.
Segundo essas pesquisas, uma “pessoa B” possui um ritmo interno de 25 a 27 horas, enquanto o de uma “pessoa A” tem um ciclo de 23 horas. As “pessoas B” são mais produtivas no final do dia e têm dificuldades de despertar de manhã cedo, que é quando as “pessoas A” são mais ativas.
Segundo os criadores, esse é um movimento contra a tirania do despertador, que ao mesmo tempo se encaixa no debate sobre a criação de uma sociedade de horários mais flexíveis, com maior equilíbrio entre trabalho e lazer –e melhor qualidade de vida.
“Nosso objetivo é acabar com as rígidas disciplinas de horário da sociedade industrial, em que todos chegam ao mesmo tempo e saem na mesma hora”, disse em entrevista à BBC Brasil Erika Augustinsson, vice-presidente do B-Samfundet. “Vivemos em uma nova sociedade e queremos criar um novo jeito de viver, que respeite também os diferentes ritmos internos das pessoas”, acrescentou.

Escolas

Erika destaca que esses diferentes ritmos biológicos também são uma realidade nas escolas, onde um grande número de crianças e adolescentes tem dificuldades de concentração pela manhã. Ou seja, esses alunos não têm exatamente preguiça de levantar para ir à escola – eles são apenas “pessoas B”.
Na escola Vasa Lärcentrum, na cidade de Gotemburgo, o turno da tarde/noite está sendo introduzido depois de uma pesquisa realizada com os 150 alunos da instituição.
“A pesquisa mostrou que muitos estudantes consideraram a idéia bastante positiva”, contou à BBC Brasil Ingela Welther, gerente de planejamento do Departamento de Educação do governo de Gotemburgo.
Segundo ela, a extensão do horário de funcionamento da Vasa Lärcentrum é uma experiência inicial que poderá ser levada às outras escolas da rede pública. “O objetivo é fornecer alternativas que ajudem os alunos a lidar melhor com seus estudos e a completar sua educação com êxito.”
Ingela Welther destacou ainda que a introdução do cronograma alternativo possibilita também o melhor aproveitamento das instalações da escola, que poderá absorver mais alunos.
Em outubro, o movimento “Sociedade B” lançará o primeiro website do mundo direcionado a oferta e busca de empregos para “pessoas B”.

Sobre a falência do modelo económico sueco (demasiado Estado)

por A-24, em 16.09.12


Executive Summary:
  • Sweden did not become wealthy through social democracy, big government and a large welfare state. It developed economically by adopting free-market policies in the late 19th century and early 20th century. It also benefited from positive cultural norms, including a strong work ethic and high levels of trust.
  • As late as 1950, Swedish tax revenues were still only around 21 per cent of GDP. The policy shift towards a big state and higher taxes occurred mainly during the next thirty years, as taxes increased by almost one per cent of GDP annually
  • The rapid growth of the state in the late 1960s and 1970s led to a large decline in Sweden’s relative economic performance. In 1975, Sweden was the 4th richest industrialised country in terms of GDP per head. By 1993, it had fallen to 14th.
  • Big government had a devastating impact on entrepreneurship. After 1970, the establishment of new firms dropped significantly. Among the 100 firms with the highest revenues in Sweden in 2004, only two were entrepreneurial Swedish firms founded after 1970, compared with 21 founded before 1913.
  • High levels of equality and favourable social outcomes were evident before the creation of an extensive welfare state. Moreover, generous welfare policies have created numerous social problems, including high levels of dependency among certain groups.
  • Descendants of Swedes who migrated to the USA in the 19th century are characterised by favourable social outcomes, such as a low poverty rate and high employment, despite the less extensive welfare state in the USA. The average income of Americans with Swedish ancestry is over 50 per cent higher than Swedes in their native country.
  • Third World immigrants have been particularly badly affected by a combination of high welfare benefits and restrictive labour market regulations. In 2004, when the Swedish economy was performing strongly, the employment rate among immigrants from non- Western nations in Sweden was only 48 per cent.
  • Since the economic crisis of the early 1990s, Swedish governments have rolled back the state and introduced market reforms in sectors such as education, health and pensions. Economic freedom has increased in Sweden while it has declined in the UK and USA. Sweden’s relative economic performance has improved accordingly.