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A-24

A perturbadora ligação entre o ocultismo e o feminismo

por A-24, em 30.07.14
Antes de começar, quero partilhar convosco uma experiência de vida de um amigo meu que estava numa "relação" com uma mulher do Este da Europa que brincava com o ocultismo. Para condensar a saga, esta rapariga era a típica rapariga "tradicional", "feminina" que cozinhava para ele, e que lhe dava intimidade sexual sempre que ele assim quisesse (...). Tudo pareceu perfeito entre os dois durante mais ou menos seis meses, mas durante esse período ele não sabia que ela era secretamente uma "bruxa" que estava a enviar-lhe feitiços de "amor" como forma de o "amarrar" a ela. Succubus, bruxa, e “namorada” - tudo numa pessoa só. Mais tarde, ele descobriu que ele tinha mais do que ele pensava que tinha.


Gradualmente, à medida que a relação progredia e a paixão ia acabando, as coisas passaram a ser previsíveis e aborrecidas. As suas exigências subtis e caprichosas rapidamente se tornaram dominantes, o que o levou a querer acabar imediatamente com a relação. Isto trouxe ao de cima o pior dela e ele passou a atravessar por momentos destress. Ele partilhou comigo como ele, antes de a expulsar de casa, descobriu que ela estava a juntar preservativos usados (contendo esperma seco), cabelo e fotografias dele para as suas experiências ocultistas para o "amarrar". Isto para não falar da forma como ela tentou enfeitiçar a comida dele como forma de completar o "amarro" sobre ele.

As coisas pioraram, e ela começou a persegui-lo por onde ele andava (depois dele a expulsar de casa), e depois começou a intimidá-lo psicologicamente; quando tudo isto falhou, ela tentou destruir a sua reputação social e profissional. Ele era suficientemente forte para resistir aos ataques dela, mas a sua relação foi uma inspiração suficientemente constrangedora para se aprender mais sobre o ocultismo, e descobrir a ideologia comum que ele partilha com o feminismo.
Uma vez que os leitores podem não acreditar no paranormal, o ponto que se pode deduzir da história, que será principalmente focada mais em baixo, é a surpreendente ligação entre o feminismo e o ocultismo.

A primeira revolta conta o patriarcado

Ao contrário do Judaísmo, do Cristianismo e do islão. a glorificação da forma feminina, começando com Lilith, a suposta primeira esposa de Adão (que o desobedeceu e é considerada a primeira "feminista"), é parte integral do ocultismo. Segundo a crença ocultista, Lilith foi a primeira esposa de Adão, o arquétipo duma feminista com quem os homens se casam, mas divorciam-se depois. Ela frequentemente discutia com Adão e recusava-se a deitar sob ele durante a copulação afirmando que eles eram "iguais". (Um texto com a "História de Lilith" pode ser lido aqui.) A sua recusa em se submeter a Adão é vista como a primeira revolta contra o patriarcado.
O ocultismo e o feminismo no mundo actual

O feminismo tem as suas raízes no ocultismo e na bruxaria, um ponto muito bem confirmado por Mitch Horowitz, autor de “Occult America” .

A sociedade moderna, progressista e feminista, tornou-se, em muitas formas, numa sociedade energizada pelo ocultismo. Referências à "Deusa" ou ao "Feminino Divino"(conceito comum à bruxaria, ao feminismo, e ao esquerdismo), começando com a ascenção do "Movimento da Deusa"nos países Anglófonos e coincidindo com a segunda vaga do feminismo dos anos 70, tornou-se prevalecente nos dias actuais - produto consequente de cinco décadas de feminismo e da espiritualidade a ela associada (ocultismo). Actualmente, somos bombardeados em todos os lugares com simbologia ocultista através dos média. Façam uma busca por "simbolismo ocultista" e vejam os resultados por vocês mesmos.

A cultura beta (pílula azul), que tipicamente romantiza o conceito do amor sentimentalizado e ideal, tem as suas raízes no ocultismo, tal como visto no aumento recente do consumo de filmes românticosnas sociedades modernas (especialmente nas gerações mais jovens). A maior parte das mulheres envolvidas no ocultismo - tanto do presente como do passado - têm (e tiveram) uma crença na superioridade psicológica das mulheres quando comparadas com os homens. Semelhantemente, mascarando-se de um movimento em torno dos direitos das mulheres, o feminismo- como ardil cruel - diz às mulheres que os seus intintos naturais e biológicos foram "socialmente construídos" para as oprimir.

A engenharia social do feminismo, feita com o propósito de destruir a identidade sexual, invertendo os papéis sexuais, é na verdade um movimento feito para que as mulheres secretamente promovam ódio aos homens, bem como sirvam indirectamente de força motora para o ocultismo (ou pelos para os seus conceitos) visto que ambos partilham uma ideologia comum.
A missão do feminismo de dar às mulheres, por mais inútil e indigna que ela seja, o poder de liderar o homem como um cavalo ou um boi amordaçado, para onde quer que ela queira, quando ela quiser, e da forma que ela assim quiser, é semelhante à bruxa que supostamente "controla" o homem de modo a que ele faça o que ela quer, através da manipulação "mágica".
Será coincidência que a revogação do "Witchcraft Act"no ano de 1951, no Reino Unido, associado ao renascimento do ocultismo/bruxaria, coincidiu com a ascensão do feminismo? Para ilustrar ainda mais este ponto, eis aqui um excerto dum artigo que foi publicado há alguns anos atrás (o artigo completo pode ser lido aqui):
Porque é que a feitiçaria se apoderou de tal forma da nossa sociedade baseada no Cristianismo? Certamente, que há vários factores. Muitas bruxas são feministas fervorosas. Este é provavelmente o factor que mais contribuiu para o rápido crescimento do movimento. Seguido de modo fiel os antigos rituais, a religião Wiccana é dominada por mulheres - a sacerdotisa lidera as cerimónias ritualistas. A deusa da fertilidade recebe sempre a adoração inicial. A religião Wicca está feita à medida para as mulheres que queiram exercer poder e autoridade sobre os homens. O Cristianismo genuíno é solidamente patriarcal e este facto afasta a filosofia feminista. As feministas que não foram bem sucedidas em alterar os ensinamentos Cristãos de modo a que estes estejam ao seu gosto, abraçaram a religião Wicca.

Outro artigo publicado no ano passado mostra como a bruxaria e o ocultismo estão, na verdade, a crescer mais rapidamente que qualquer outra religião na Anglosfera. Levando em conta estas tendências (do renascimento da bruxaria no Ocidente) a Anglosfera parece que estará mais ou menos paganizada de um modo significativo mais para o final do século, especialmente se levarmos em conta que as mulheres criadas pelo feminismo estão cada vez mais a escolher o caminho "espiritual".

A bruxaria pelo mundo

Em 2011, e depois de legalmente "registar" a sua primeira bruxa, a Roménia - terra de Drácula - tornou-se no primeiro país a legalizar (e taxar) a bruxaria como uma profissão; levando em conta as tendências, mais cedo ou mais tarde o mesmo irá acontecer no Ocidente.

Na Rússia e em outras partes da Europa Eslava (com uma longa e embutida história de bruxaria), as crenças ocultistasainda estão bem prevalecentes. Muitas mulheres modernas e com formação académica ainda practicam secretamente a feitiçaria (normalmente "magia do amor") - se não practicam, pelo menos acreditam nela.

Num artigo publicado pela WHO ficou-se a saber que há mais bruxas e feiticeiros na Rússia do que médicos; podem ler mais sobre a viagem dum visitante ao coração do ocultismo na Rússia moderna; eis aqui outro artigo centrado no renascimento ocultismo na Rússia moderna; e eis aqui outro artigo interessante sobre as raízes ocultistasda Revolução Russa. No entanto, a Rússia parece estar actualmente a tomar medidas proactivas para acabar com a feitiçaria, ao mesmo tempo que promove um regresso ao Cristianismo Ortodoxo e aos valores patriarcais.

Outras partes da Europa foram alvo dum aumento recentedas prácticas ocultistas, possivelmente consequência da glorificação ocultista que é feita nos média, e essas tendências também são observadas na Ásia e no Médio Oriente. Nas sociedade matriarcaisAfricanas, a feitiçaria vem sendo practicada desde tempos antigos. A Áfricaenfrenta o mesmo problema que a Rússia visto que tem mais curandeiros do que médicos de verdade. Muitas mulheres ainda usam "feitiços de amor" e "poções" para "amarrar" e controlar os seus homens, e muitas mais dependem de curandeiros para se curarem fisicamente.

O que é que o futuro nos reserva?

A clara ligação é aquela que existe entre o feminismo e o ocultismo em sítios ondeambosestão em crescimento. É dito com frequência que a ignorância é uma bênção, mas o conhecimento é poder. É o poder deste conhecimento e a realização da ligação entre o feminismo e o mundo do ocultismo que deve armar os homens de modo a que eles fiquem longe de mulheres que simpatizam com crenças ocultistas. Tal como descobriu o meu amigo, os riscos não compensam.

Via Marxismo-Cultural

No comment

por A-24, em 29.07.14

Dois pesos e duas medidas, para não variar

por A-24, em 19.07.14

Varela, Cravo e canela

por A-24, em 11.07.14
Via Marxismo-Cultural

"Raquel Varela é bem representativa de um modo de pensar e agir profundamenteenraizado – e ainda mais institucionalizado – em Portugal.

Se alguma coisa a distingue, não será o ser mais radical, mas antes o ter um discurso mais articulado e publicamente apresentável do que muitos dos seus pares que, pensando basicamente o mesmo, são ainda assim incapazes de o transmitir de uma forma minimamente compreensível e persuasiva.
Nesse sentido, compreender quem é Raquel Varela é também um importante contributo para compreender o país que temos e o estado a que chegamos." - André Azevedo Alves in «Quem é Raquel Varela ?»

Raquel Varela, uma comunistóloga encartada, é hoje uma das melhores, senão mesmo a melhor, propagandista e contadora de estórias da carochinha que o regime abrileiro dos cravos falidos tem ao seu serviço.
Colocada no altar da glória merdiátic@ pelos intelectualóides marxistas que desde 1974 têm tentado sequestrar as ciências sociais em Portugal, a Raquel Varela para além de ser uma contadora de estórias da carochinha e uma propagandista, é também uma excelente comediante que me faz rir a bandeiras despregadas de cada vez que abre a boca.
Desta vez a Raquel Varela surge num video (onde também surge o historiador Valério Arcary, mais um marxista lunático...) intitulado Quando o Impossível foi Inevitável 2014 a afirmar sem rodeios que "em 1961" começaram "as revoluções coloniais".[1]

Mas quais "revoluções coloniais" pergunto eu?

Seriam mesmo "revoluções coloniais" como afirma Raquel Varela ou seriam, ao invés, operações de guerrilha apoiadas, financiadas e preparadas a partir de Moscovo e/ou Washington?
Qualquer historiador que seja intelectualmente honesto quanto baste e que se tenha debruçado sobre a temática da Guerra do Ultramar, sabe que nunca existiram quaisquer"revoluções coloniais" na África Portuguesa. O que existiu, isso sim, foram movimentos de guerrilha criados, financiados, treinados e operados a partir da União Soviética e dos Estados Unidos, superpotências estas que à época estavam a degladiar-se pelo controle de África e queriam a todo o custo arrastar os povos africanos para as suas respectivas órbitas de influência, independentemente dos custos sociais e humanos que tal pudesse acarretar.
Uma revolução implica sempre e necessariamente um levantamento em massa da população contra um dado regime. Ora, tal nunca sucedeu em nenhuma ex-província ultramarina portuguesa. Com excepção de alguns protestos e manifestações provocadas por exigências de índole económica, nunca existiu nenhum levantamento de massas na África Portuguesa que visasse a independência dos territórios que compunham a mesma.
Se Raquel Varela considera mesmo que existiu um tal movimento de massas, condição sempre necessária para uma revolução, então porque é que não nos mostra a todos alguns filmes ou fotografias desses levantamentos revolucionários?
Não mostra porque os mesmos simplesmente nunca existiram e a Raquel Varela sabe disso mesmo. 
O que se passou na África Portuguesa a partir de 1961 foi um complô soviético e estado-unidense que tinha como objectivo final arrastar os povos africanos para as respectivas órbitas de influência dessas mesmas superpotências. 
O que se passa hoje na Ucrânia, foi precisamente o que se passou na África portuguesa a partir de 1961. A propaganda suja, os guerrilheiros inflitrados que surgem não se sabe bem de onde, a guerra da informação, os massacres, uns reais, outros fabricados para servirem de propaganda. Tudo isto vimos em África e hoje são estas mesmas tácticas (agora modernizadas...) que vemos em prática na Ucrânia, tanto por parte dos Estados Unidos e da União Europeia, como por parte da Rússia.
Pensem um pouco nisto tudo e não tardarão a perceber que a cassete abrileira e politicamente correcta sobre a guerra do Ultramar está cheia de mentiras e falsidades inomináveis que apenas continuam em circulação graças ao péssimo trabalho de informação prestado pelos merdi@ nacionais.
Tudo isto é triste, mas o mais triste ainda é sermos obrigados a sustentar com o dinheiro dos nossos impostos os centros de investigação e institutos espalhados de norte a sul do País, onde estes comunistólogos encartados actuam impunes e sem a devida oposição.
No fundo, Raquel Varela é mais um fruto da época delirante em que nasceu. Estávamos então em 1978, o País já estava em pós-PREC mas a propaganda marxista continuava fortíssima e muito infiltrada em tudo o que era estabelecimento de ensino. As lavagens cerebrais faziam-se com grande intensidade desde o ensino primário até ao ensino superior. Não foi por mera coincidência que a União Soviética investiu largamente no desenvolvimento da guerra psicológica e de propaganda, eles sabiam perfeitamente bem o que estavam a fazer...
Um dia no futuro, quando houver historiadores que queiram perceber a actual tragédia de Portugal, os mesmos terão de ter em especial conta esta geração nascida na década de 1970 e inícios dos anos 1980 que foi formatada pelos assim-chamados "valores de Abril"dos "amanhãs que cantam" que nos arrasaram económica e demográficamente e condenaram as gerações futuras a uma lenta descida ao inferno enquanto o seu País vai sendo progressivamente desmantelado de dia para dia. 
Se Portugal hoje é uma Nação de rastos e incapaz de resistir à demência neoliberal que nos tomou a todos de assalto, é graças em grande parte à escumalha marxista que destruiu os alicerces económicos da soberania nacional logo durante o PREC. Pessoas que não tinham a mínima noção de como um País se governa ou de como se gere uma economia, foram de um momento para o outro projectadas para o poder. Mercenários e traidores à Pátria que num outro qualquer País decente seriam presos ou fuzilados, não tardaram a apossar-se de cargos-chave essências ao funcionamento da Nação. 
Tudo isto foi feito em nome de uma "revolução" que começou numa madrugada em Abril e não tardou a encher a pança dos verdadeiros interessados na mesma, ou seja, os Estados Unidos e a União Soviética que de um só golpe viram assim satisfeita a sua antiga cobiça pela África Portuguesa, aniquilaram Portugal como País relevante no concerto das nações e garantiram décadas de guerra civil devastadora, mas muito lucrativa para os industriais do armamento nas antigas províncias ultramarinas.
Arrasados assim os alicerces económicos da soberania nacional, Portugal tornou-se uma presa fácil dos ditos "mercados" e "agências de rating" que já nos vêm consumindo lentamente desde então. Por outras palavras, o neoliberalismo apátrida está hoje a completar o trabalho que os marxistas portugueses já começaram em 1974, mas sobre estas coisas já não escreve Raquel Varela... 
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Notas:
[1] - YOUTUBE - Quando o Impossível foi Inevitável 2014. 26 de Junho de 2014. Link:http://www.youtube.com/watch?v=SX0PD3WVAlk
Por João José Horta Nobre
Junho de 2014

Suécia Soviética? Nação que no passado era modelo se transformando em país de terceiro mundo

por A-24, em 03.07.14
Dale Hurd via Julio Severo

ESTOCOLMO, Suécia — Quando o presidente Barack Obama visitou a Suécia no ano passado, ele expressou sua profunda admiração pelo modelo sueco. Mas isso deveria deixar os americanos um pouco nervosos.

Um relatório da ONU diz que a Suécia será um país de terceiro mundo em 15 anos, abaixo da Líbia e Bulgária. A Suécia é uma sociedade que crê que está avançando para o futuro, mas os críticos avisam que ela está avançando para o fundo do buraco.
A Suécia tem sido um laboratório de todos os tipos de experimentos sociais: os líderes suecos estão tentando construir a sociedade perfeita.
O país tem sido comparado a duas nações que também tentaram construir sociedades perfeitas: a Coreia do Norte e a União Soviética.
Na Suécia, se você não gosta do jeito que eles estão construindo a utopia, você não será fuzilado como na Coreia do Norte, mas poderiam tornar sua vida bastante desagradável, muito rapidamente.
Uma Sociedade Perfeita?
Um vídeo do YouTube, em inglês, mostra um jornalista de um dos principais tabloides da Suécia, oExpressen, confrontando um sueco em seu lar.
O homem, um professor, fez o que achou eram comentários negativos anônimos num site sobre problemas que os imigrantes estão provocando na Suécia.
Mas hackers esquerdistas ajudaram o jornal a rastreá-lo e outros como ele de modo que pudessem ser expostos diante da nação inteira como racistas. Outro homem, um gerente, foi demitido por causa disso.
A elite esquerdista da Suécia, junto com seus meios de comunicação, crê que a base principal de sua sociedade perfeita é o multiculturalismo: imigração em grande escala de algumas das nações mais pobres e atrasadas do mundo. Os suecos que discordam desse plano arriscam ser rotulados de racistas, fascistas e até nazistas.
“A imigração é o ponto de partida e o ponto de chegada. É o ponto mais importante para se provar que você é amistoso com os estrangeiros, que você é amistoso com a imigração,” disse Mikael Jalving, jornalista dinamarquês e autor do livro Absolut Sweden.
“Tudo se resume à sua postura sobre imigração, se você é hostil a ela. Logo que é ‘provado’ que você é hostil, você é marginalizado. Logo que ‘provam’ que você é racista ou fascista ou nacionalista, que é quase tão ruim, você não pode ter nenhum postura ou ponto-de-vista legítimo,” explicou ele.
Não importa se o modelo de imigração da Suécia está fracassando de forma miserável, se os testes escolares na Suécia estão caindo ou se o crime em algumas áreas está subindo nas alturas. Os imigrantes passaram uma semana incendiando o subúrbio Husby de Estocolmo um ano atrás.
Muitos judeus agora vivem com medo de ataques de imigrantes muçulmanos e estão deixando a Suécia.
Amun Abdullahi, jornalista de uma rádio sueca, partiu no ano passado e voltou para sua pátria, a Somália, depois que ela sofreu ataques na mídia sueca por causa de uma reportagem noticiosa sobre o radicalismo dos imigrantes muçulmanos na Suécia.
Ela disse na televisão sueca que Mogadishu, na Somália, era mais segura do que as áreas de imigrantes em Estocolmo.
Suécia ao estilo stalinista
E esqueça a mistura racial ao estilo americano em que os imigrantes algum dia aprenderão a se tornar suecos. Na Suécia, isso é ideia racista também.
Jalving disse que os suecos são obrigados a aprender com os imigrantes, não o contrário. Comprovadamente, a elite sueca tem ódio da cultura sueca.
“Assimilação está completamente fora de cogitação,” Jalving disse a CBN News. “Todos os principais partidos ririam [da palavra ‘assimilação’]. [Para eles] a palavra ‘assimilação’ é uma palavra nazista.”
A CBN News falou com vários jornalistas que descreveram uma atmosfera de estilo stalinista em que os cidadãos da Suécia agora têm medo de dizer qualquer coisa que poderia fazer com que eles fossem rotulados de “racistas” nos meios de comunicação.
“Se apontam para você e dizem que você é racista, então você não terá emprego, carreira, você pode perder sua família. Você não terá nenhum futuro,” disse a jornalista sueca Ingrid Carlqvist.
Carlqvist e o jornalista dinamarquês Lars Hedegaard dirigem o jornal Dispatch International, que faz cobertura de questões como imigração que a grande mídia da Suécia ignora.
Mas Carlqvist confessa que seu plano de manter um jornal tradicional fracassou porque os suecos estão assustados demais para ter a coragem de receber o jornal em seus lares.
“O medo é: e se o carteiro visse que você recebe esse jornal, ou se o seu vizinho visse? Então eles poderiam pensar que você é racista ou que você odeia muçulmanos,” disse Carlqvist.
“Achávamos que poderíamos fazer um impacto. Ainda achamos que podemos fazer um impacto, mas está difícil,” disse Hedegaard.
Dispatch International teve uma queda nas assinaturas online também, depois de frequentes ataques de hackers porque os suecos estavam de novo com medo de serem expostos. O site agora sobrevive mediante doações
Um País de Terceiro Mundo?
A Suécia se tornou uma nação em que alguns pontos-de-vista são simplesmente perigosos demais até para se ler.
“O que alguns pais suecos aconselham seus filhos hoje é não interferir na discussão pública, não expressar ideias tão chamadas ‘radicais’ acerca disto ou daquilo que critica o consenso na Suécia,” Jalving disse. “Eles serão prejudicados de uma forma ou de outra. Os suecos querem proteger seus filhos.”
“Essa é uma situação muito ruim porque você então vive num país em que você não pode resolver nenhum problema. Você nem mesmo sabe quais são os problemas,” disse Hedegaard.
Hedegaard, que é dinamarquês, quase foi morto no ano passado em Copenhague por um imigrante que chegou à sua porta e disparou um tiro nele.
Carlqvist, que é sueca, decidiu partir da Suécia por causa da perseguição que sofrem os que têm opinião diferente.
A Suécia não vai se tornar um país de terceiro mundo amanhã. Mas de acordo com um relatório, um dia será.
“Tínhamos um país perfeitamente bom,” Carlqvist disse. “Um país rico, um país legal, e em poucos anos, esse país desaparecerá.”
*Dale Hurd fez essa reportatem diretamente de Malmö, Suécia e Copenhague, Dinamarca.

Fuck for forest

por A-24, em 14.05.14
O grupo Fuck For Forest (FFF) é uma organização não governamental sediada na Alemanha que foi criada em 2004 na Noruega pelo norueguês Tommy Hol Ellingsen e pela sueca Leona Johansson como forma de proteger as florestas. A organização é um projecto "erótico ecológico" que tem mais de 4000 membros e angaria fundos através da venda de material pornográfico amador. "Uma das ideias da FFF é não ser demasiado profissional, preocupa-nos mais passar bem o conceito do que fazer um produto perfeito", sublinha o casal, que não aceita profissionais do sexo como sócios da ONG.


Com slogans como "Muda a realidade com amor e sexualidade" ou "Salvar o planeta é sexy", a ONG já conseguiu arrecadar mais de 250 mil euros que serviram para financiar projectos ambientais no Brasil, Perú, Equador, Costa Rica e Eslováquia.


Apesar de haver lucros, nem sempre foi fácil para o casal levar a FFF a bom porto, dado que se depararam com organizações que recusaram a sua ajuda pela sua forma pornográfica de angariar dinheiro. 

Várias das suas iniciativas foram negadas devido ao conteúdo erótico e sexual. "A maioria das vezes essas organizações pensam na sua imagem pública e temem o que dirão (publicamente)", afirmam.


O casal tem lidado com polémicas desde o início, quando decidiu fazer sexo explícito perante milhares de pessoas que assistiram ao vivo ao concerto da banda The Cumshots("As Ejaculações") durante o festival de música The Quart, na Noruega. Acabaram detidos e pagaram 1200 euros de multa antes de se mudarem para Berlim. No tribunal, Tommy chegou a mostrar a pila em público e dizer que ele e Leona gostariam de fazer sexo (também) ali no tribunal, porque é um "lugar bonito", mas que assim acabariam por ir presos.

A 2 de Junho de 2011, dois membros da organização simularam sexo na "catedral" luterana (protestante) de Oslo durante uma "cerimónia" e foram condenados a 9000 e 7500 coroas norueguesas (a moeda da Noruega é mais forte que o euro) por comportamento indecente e indignar a decência pública (seksuelt krenkende og uanstendig adferd). Para além da palhaçada que foi a actuação dos membros da FFF, também há a realçar a existência de "pastoras" ou "bispas" que presidiam à "cerimónia" luterana naquela ocasião, como podemos ver na foto de baixo...

O êxito da FFF levou à criação de dois filmes que contam a história do casal fundador do grupo e do projecto. Neles, o casal é retratado como hippies (são os modernos hippies) que defendem o amor e o sexo livre, consomem drogas, são vegetarianos e espalham a sua causa pelo mundo (esquerdistas, portanto...). E será também feito um documentário que conta os três primeiros anos da ONG e mostra a realidade por trás do projecto. "Documentamos relações sexuais reais e não dizemos às pessoas como se têm de comportar ou o que têm de fazer. Gravamos por prazer e para salvar a Natureza e não temos nenhum benefício económico. Como os activistas eróticos não cobram, a energia que se vê entre eles é muito diferente da que há na pornografia comercial", explicam (que conversa é essa da energia? Estamos a falar de electricidade? Ah, não, estamos a falar de paganices...).

Defender causas nobres por meio dessa tropa eco-caritativa que pratica orgias festivas pagãs? Não, obrigado. A preservação ambiental é colocada hoje em dia muitas vezes como pretexto para a prática de superstições e falsas doutrinas como o panteísmo (paganismo ecológico), promovido precisamente pela ecologia à moda da New Age (Nova Era). Com certeza que esses activistas sexuais da FFF estão chafurdados na mais imunda paganice em forma da New Age que ilumina a sua triste existência, envolvendo um fiat lux cósmico que lhes traz um sem fim de ying yang, ioga, prana, sutra, maia, karma, etc., e que lhes faz irem para a cama (ou melhor, para a relva, árvores, rio... tudo em nome da "mãe Natureza") com mais um, qualquer um ou todos. Om ah hum vajra guru padma siddhi hum...

Coerência nacionalista

por A-24, em 13.05.14
João Vaz

O futebol é um mundo maravilhoso. Um mundo à parte, mesmo para os nacionalistas. Aqui não entra o pressuposto de que a imigração descontrolada é um problema. Aqui, uma equipa pode ter onze estrangeiros, que são na mesma aplaudidos e já não se diz que é um exagero e estão a tirar postos de trabalho aos nativos. Aqui, embora as instituições que regem o futebol sejam das mais ferozes defensoras e propagadoras do multiculturalismo e do mundialismo está tudo bem. Os rapazes da bola são uns heróis. E quando regressam ao aeroporto, são recebidos por milhares em delírio. Portugal não precisa de partidos nacionalistas, precisa é deste entusiasmo, porque é certamente ele, juntamente com o Benfica, Sporting e Porto que nos vão retirar da crise e voltar a fazer sonhar.

Victoria Luckwell avisa homens ricos para nao casar

por A-24, em 23.04.14
in Marxismo-Cultural

A filha dum dos homens mais ricos do Reino Unido avisou as mulheres ricas a não se casarem depois do seu marido "gold-digger" [interesseiro] ter recebido £1.2 milhão de pagamento após o seu divórcio. Victoria Luckwell, de 37 anos, cujo pai Mike fundou a "The Moving Picture Company", e cuja riqueza se estima que esteja na ordem dos £135 milhões, afirmou que o sistema legal  Britânico actual agia como um "desincentivo" para os ricos se estes tivessem planos para casar, visto que eles não tinham forma alguma de proteger os seus bens familiares.

Os seus comentários chegam depois do seu ex-marido, Frankie Limata, ter recebido £1.2 milhão em pagamentos por parte dum juiz, apesar dele ter assinado diversos acordos pré-nupciais abdicando do direito a qualquer parte do dinheiro da esposa. Victoria ouviu do juiz que ela tem que pagar ao ex-marido £900,000 para comprar uma casa, e mais £300,000 para pagar as suas dívidas, comprar um carro e mobilar a casa. Enquanto saia do tribunal, ela disse:
Infelizmente, chego à conclusão de que há um forte desincentivo financeiro para as mulheres ricas que queiram casar, visto não haver forma de garantir a protecção dos bens familiares. Dito de forma simples, isto é uma licença para os gold-diggers.

Mike Luckwell, seu pai, acrescentou:
Uma lei que premia os gold diggers depois de se terem assinado três acordos legais pré-nupciais merece críticas genuínas.

O casal, que tem três filhos, conheceu-se em 2005 e antes do casamento, o desempregado Frankie Limata assinou 3 acordos pré-nupciais comprometendo-se a não fazer qualquer tipo de exigência - quer seja durante ou depois do casamento - às posses da sua esposa ou aos presentes dados pela família dela. Mas quando eles se separaram em 2012, ele entrou deu entrada a um processo legal exigindo £2.2 milhões como forma de "manter o estilo de vida ao qual ele se havia habituado" [ed: O mesmo argumento que muitas mulheres usam para lançar as mãos nas posses do ex-marido].

Hoje, depois duma longa audiência no princípio deste mês, o juiz Holman ordenou que ela lhe desse £900,000 para comprar uma casa onde viver enquanto os seus três filhos, com 8, 3 e 2 anos de idades, estão em fase de crescimento. Para além disso, ela tem que lhe dar £300,000 para que ele possa mobilar a casa e pagar as suas dívidas. Actualmente. Victoria Luckwell vive na sua casa com o valor de £6.7 milhões na zona central de Londres, mas ela teme agora que tenha que vender a casa como forma de pagar ao ex-marido.

Depois da decisão do Juiz Holman, Victoria disse que a sua família estava "feliz" com o facto do juiz ter reconhecido que financeiramente Limata não havia contribuído em nada para o casamento (com toda a parte financeira a ser sustendada pela família dela). Ela disse:
Ficamos todos perturbados com o facto de hoje Frankie ter sido financeiramente recompensado com alguma coisa depois das falhas imperdoáveis nas suas promessas. Esta foi uma audiência pública dolorosa durante a qual Frankie fez críticas duras e injustificadas à minha família.

Deste caso, importantes considerações sobre a política publica emergem. A menos que o Parlamento coloque em acção a recente proposta da "Law Commission" em relação aos acordos nupciais, a lei irá permanecer num estado de incerteza. Isto causa audiências públicas dispendiosas bem como enormes angustias emocionais e incertezas financeiras. A minha experiência recente é precisamente o tipo de coisas que são evitadas com acordos pré-nupciais.

Frankie Limata alegou que ele havia sido forçado a viver como "um mendigo", com todas as suas possessões colocadas em sacos de lixo desde que se separaram. Antes desta decisão legal, Limata havia rejeitado uma oferta de £850,000 para se chegar a um acordo no caso, e o juiz criticou os custos legais causados pelo casal que se encontravam acima dos £657,000. Falando sobre o que havia apurado, o juiz disse:
Ambos precisam duma casa aceitável para viver. A Victoria tem uma. O Frankie não.

Ele disse ambos tinham um padrão de vida "elevado", o que lhes permitia ir de férias em países estrangeiros e dispendiosos, comer em restaurantes de topo e conduzir carros de luxo.

Telegraph

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Um homem desempregado casa-se com uma mulher rica, assina vários acordos pré-nupciais, e depois consegue que todos eles sejam invalidado, permitindo que ele consiga sacar um milhão da sua antiga esposa. Mas mesmo assim, esta decisão legal ainda valida o Imperativo Feminino que ainda domina os sistemas legais do mundo ocidental. Imaginem o quanto que Victoria não se revoltaria se ela tivesse que dar metade dos seus bens, tal como acontece com muitos homens, e não só UM PORCENTO deles.

Se o conselho de Victoria é verdade para as mulheres ricas, então deve ser CINQUENTA vezes mais importante que os homens ricos evitem o casamento. Como é normal nos dias de hoje, a maior parte das mulheres só se apercebe da injustiça do sistema legal quando o mesmo lhes aflige pessoalmente.

A estupidificação da Europa

por A-24, em 30.03.14
Via Perspectivas

Na Bélgica, quem não é, hoje, favor da eutanásia livre e "à vontade do freguês", é considerado retrógrado, da direita, e/ou conservador — epítetos que são considerados sinónimos. Por este andar e por absurdo que seja, se se defender na Europa, um dia destes, a existência de campos de exterminação em massa para velhos e deficientes, quem for contra eles é democraticamente reaccionário, retrógrado e conservador. A História repete-se.

À medida que a esquerda radicaliza, o centro vai virando à esquerda que há vinte anos não era tão radical como é hoje. Na Europa, quem for defensor da vida humana intra-uterina é hoje considerado um troglodita pelas elites políticas (nacionais e internacionais) do leviatão europeu (leia-se, União Europeia), e a tal ponto que o "Papa ambíguo" toma posições relutantes e ambivalentes acerca do aborto.

"Troglodita" é hoje o superlativo absoluto simples de "conservador": é uma criatura que ainda habita na caverna de Platão — porque o europeu moderno, democrático, progressista e de vistas largas há muito tempo que viu a luz.
Até em Portugal, o "cota" socialista Manuel Alegre referiu-se a quem não concorda com o "casamento" gay e com a adopção de crianças por pares de invertidos como sendo um "conservador" no sentido de troglodita.
Depois, esta gente estranha que surjam fenómenos políticos como o da Front Nationale de Marine Le Pen.
É que o radicalismo de esquerda foi já tão longe na Europa que quem defenda hoje o aborto apenas e só até às 10 semanas de gravidez é considerado um "cota" moderado, um indivíduo do "centro político". À medida que a esquerda radicaliza, o centro vai virando à esquerda que há vinte anos não era tão radical como é hoje. Hoje, um indivíduo que se diga "do centro" político aproxima-se das posições políticas (na cultura) do Bloco de Esquerda do tempo da sua fundação.
Depois, esta gente vem dizer que a Front Nationale de Marine Le Pen é de "extrema-direita". Pudera! As pessoas não se dão conta de que o epíteto de "extrema-direita" surge em função do actual fenómeno de radicalização extrema à esquerda que aconteceu progressivamente na Europa nos últimos 15 anos.
Um dia destes, e por este "andar hegeliano", um indivíduo que defenda a vida humana intra-uterina será metido na prisão por ser de "extrema-direita". Em alguns países da Europa, pelo simples facto de se defender publicamente o casamento natural (entre um homem e uma mulher), já se pode ser levado a tribunal e condenado por "crime de ódio".
Em suma, a Front Nationale de Marine Le Pen é o que a elite política desta Europa merece. Não merecem outra coisa. Para radical, radical e meio.

SUÍÇA - ESMAGADORA MAIORIA DOS JOVENS JORNALISTAS É DE ESQUERDA

por A-24, em 25.03.14
in Gladius

Os três partidos - a começar da esquerda para a direita - são os Verdes, os Social-Democratas e o Partido Liberal Verde, todos eles de Esquerda. Quanto à Direita, bem se vê como são minoritários entre estes jornalistas - e o SVP, nacionalista, etnicista, que quer liberdade de expressão para os «racistas», nem sequer está presente. 

Isto no país onde há mais dez anos o SVP, nacionalista, anti-imigração, que quer liberdade de expressão para os «racistas», é precisamente o partido mais votado... o que mais uma vez confirma, sem margem para dúvidas, o imenso, e crescente, fosso ideológico entre o homem do povo e a elite político-cultural que controla os mé(r)dia dominantes e a cultura. Um exemplo ainda mais flagrante é este - a esmagadora maioria dos professores das universidades da maior potência do Ocidente, EUA, é de Esquerda e, ultimamente, está ainda mais à Esquerda: 
O caso suíço atesta, sem margem para dúvida, que mesmo tendo à partida contra si a prática totalidade da imprensa, mesmo assim o Nacionalismo do SVP/UDC avança e vence referendos, o que mostra, mais uma vez, que acima de todo o condicionamento cultural esquerdista, lavagem cerebral universalista e evangelização anti-racista, está o visceral, vital e primordial instinto do Povo em defesa do sagrado Nós - e, por isso, a Democracia, que é o poder do povo, constitui a maior aliada potencial do Nacionalismo.