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A-24

Videojogos: sexo na primeira pessoa na nova versão de GTA V

por A-24, em 18.11.14
DN

A versão para as consolas de última geração de GTA V permite jogar na perspetiva da primeira pessoa. Todas as ações do jogo foram adaptadas, incluindo sexo com prostitutas, como logo descobriram os jogadores.
A última versão da série de videojogos Grand Theft Auto (GTA), a quinta, é um dos mais rentáveis jogos de todos os tempos. Agora,foi adaptado para as consolas PS4 e Xbox One e inclui uma novidade: a perspetiva na primeira pessoa. E nenhum pormenor parece ter sido esquecido.
Enquanto na versão original de GTA V, para PS3 e Xbox 360, se jogava na terceira pessoa, numa tradição que se iniciou no terceiro título da série, no tempo da PlayStation 2, a Rockstar North decidiu ir mais longe na adaptação para as consolas de última geração.
Nestas, é possível escolher jogar na "primeira pessoa", algo até agora inédito na série. De resto, o jogo é o mesmo. Passa-se num enorme universo aberto, em que o jogador tanto pode seguir as missões que lhe vão sendo dadas - quase todas de um elevado nível de violência, ou não fosse um criminoso de carreira - ou pode simplesmente explorar o ambiente em seu redor.
Esta última opção inclui várias atividades possíveis, desde simplesmente conduzir a fazer carreira de tiro ou assaltar transeuntes. Ou contratar o serviço de uma prostituta, como escreve hoje o The Mirror.
Se nas versões anteriores esta opção limitava-se a pouco mais do que encostar o carro, convidar a rapariga, conduzir até um local resguardado e ver o carro a abanar (ficando o resto à imaginação do jogador), na versão na primeira pessoa a simulação torna-se, inevitavelmente, um pouco mais realista... Como demonstram vídeos carregados no YouTube.
Na realidade, não existem imagens de sexo explícito no jogo,mas sem dúvida que há um nível de proximidade acrescido no processo.
E não estamos a falar em adaptar o jogo para realidade virtual, como o Oculus Rift. Mas há quem esteja a trabalhar nisso...

Surto de legionella em Portugal é o mais mortífero do mundo

por A-24, em 17.11.14
SOL

O surto de legionella em Portugal já é o mais mortífero do mundo. As autoridades confirmaram ontem que uma mulher de 89 anos, residente no Forte da Casa, se tornou a oitava vítima da bactéria, o que faz com que a mortalidade do surto de Vila Franca Xira ultrapasse a registada nos surtos do Japão e no Reino Unido. Estes dois surtos, considerados os maiores do mundo e que ocorreram em 2002, tinham ambos registado 7 mortos.
A Direcção-Geral de Saúde insiste que a “taxa de letalidade é baixa”, 2,5% e até estima que o número de mortos irá crescer
Apesar deste recorde em Portugal, a Direcção-Geral de Saúde insiste que a “taxa de letalidade é baixa”, 2,5% e até estima que o número de mortos irá crescer. As estimativas das autoridades de saúde, que construíram modelos matemáticos para prever a evolução da doença, apontam que o número de vítimas mortais possa chegar a dez. 
O número de novos casos já não deve aumentar, já que as autoridades de saúde calculam que, a partir desta semana, não deverão surgir mais doentes infectados.

OCDE: É preciso continuar a reduzir funcionários públicos

por A-24, em 02.11.14
Diário Digital

De acordo o relatório «OECD Economic Survey» hoje divulgado, a Organização considera que Portugal deve “continuar a melhorar a eficiência do setor público continuando a reduzir o número de funcionários públicos”.
Para a OCDE, esta será também uma forma de continuar a reduzir o peso da despesa com salários da administração pública.
Por outro lado, o relatório refere que apesar de o emprego público ter caído cerca de 8% desde 2012, ainda há “excesso de funcionários em áreas específicas, como as forças de segurança e a educação.
“Com mais de 450 polícias por 100 mil habitantes, a polícia portuguesa é a segunda maior força na Europa”, em termos relativos, lê-se no documento.
Já na educação, a OCDE considera que as turmas são “pequenas” e defende por isso que “a qualidade dos professores é mais importante no processo de aprendizagem do que o tamanho das turmas”.

Vive com um fumador? O ar é sujo como em Pequim

por A-24, em 25.10.14
Observador


Um não-fumador que vive com alguém que fuma regularmente dentro de casa está exposto a um nível de partículas prejudiciais que é comparável a viver numa casa livre de fumo no centro de cidades como Pequim ou Londres, cidades com níveis elevados de poluição. A conclusão é de um grupo de investigadores da Universidade de Aberdeen.
O fumo em segunda mão pode ser mais prejudicial para a saúde do que se acreditava, a julgar pelas conclusões de uma investigação liderada por Sean Semple, da Universidade de Aberdeen, na Escócia. O problema está associado a um vasto leque de doenças respiratórias e cardiovasculares, o que tem levado vários países a restringir o fumo em locais públicos fechados como locais de trabalho e edifícios públicos.
Os investigadores analisaram a quantidade de partículas finas inaladas por alguém que vive com um ou mais fumadores, recorrendo a dados recolhidos entre 2009 e 2013 por quatro estudos diferentes e que mediram a qualidade do ar em 93 casas onde havia, no mínimo, um fumador e 17 casas onde ninguém fumava. A investigação revelou que a concentração de partículas finas nas 93 casas de fumadores era, em média, 10 vezes maior do que nas outras.
Os fumadores passivos estavam, de acordo com este estudo, expostos a níveis três vezes superiores aos máximos recomendados pela Organização Mundial de Saúde, no que diz respeito ao contacto com partículas finas prejudiciais.
Estes dados foram, então, comparados com os referentes à qualidade do ar nas casas livres de fumo, mas que se situam em cidades muito poluídas, como Pequim e Londres. Conclui-se que muitos fumadores passivos estão sujeitos a uma quantidade semelhante de partículas finas que alguém que vive ou trabalha nessas cidades.

Discos de vinil registam as maiores vendas em 20 anos

por A-24, em 24.10.14
No Reino Unido foram vendidas cerca de 800 mil unidades desde o início de 2014, superando as 780 mil vendidas em 2013.

As vendas de discos de vinil no Reino Unido estão prestes a atingir o seu melhor nível em quase 20 anos, impulsionadas pelos Arctic Monkeys e Jack White, segundo números do mercado apresentados pela Official Charts Company.
Cerca de 800 mil unidades foram vendidas desde o início de 2014, superando as 780 mil vendidas em 2013.
Se esta tendência for mantida até dezembro, as vendas podem passar de um milhão de exemplares, o melhor resultado anual desde 1996, quando 1.083.206 vinis foram vendidos. O vinil mais vendido daquele ano foi "The Score", do trio de hip hop norte-americano The Fugees.
Em 2014, o álbum "AM", dos Arctic Monkeys, que já tinha registado as melhores vendas do ano passado, manteve o primeiro lugar. O grupo também está na décima posição, com o álbum de estreia "Whatever People Say I Am That's What I'm Not".
O segundo lugar ficou com "Lazaretto", de Jack White, enquanto "Definitely Maybe", dos Oasis, levou o bronze. 
Os Led Zeppelin ocupam três dos dez primeiros lugares do ranking com os álbuns "Led Zeppelin" (5º), "Led Zeppelin III" (7º) e "Led Zeppelin II" (9º).
"Os discos de vinil podem ter sido considerados subprodutos de uma época superada, mas, na verdade, representam um formato em expansão que faz um verdadeiro regresso em plena era digital", declarou Lynne McDowell, a porta-voz do BPI, que representa a indústria musical britânica.
"Num mundo cada vez mais digital, parece que os amantes da música ainda procuram um produto tangível com desenhos originais, de alta qualidade de áudio e um som puro", acrescentou. Sapo música


Cidade sueca vai mudar-se para 3 km a Leste

por A-24, em 23.10.14
Não parece a Aldeia da Luz, até porque há muita falta dela. E também não é a construção de uma barragem que está em causa, como esteve no caso da aldeia alentejana. Kiruna, a cidade sueca mais a Norte do país, já perto do Círculo Polar Árctico, vai mudar-se por inteiro para um lugar situado 3 km a Leste da localização actual.

Muitos habitantes duvidam da eficácia e da capacidade da KL cumprir o prometido – a empresa restitui a cada um dos 23 mil habitantes o valor correspondente à sua casa mais 25%
Kiruna, a cidade sueca mais a Norte do país, já perto do Círculo Polar Árctico
O motivo: não ser ‘engolida’ por uma mina de ferro vizinha, cuja produção aumentou exponencialmente nos últimos anos devido à ‘fome’ imobiliária mundial. A mina, explorada pela Companhia Luossavaara-Kiirunavaara (KL), já é a principal fornecedora de ferro para a Europa e há mais de dez anos que avisa que a sua actividade pode pôr em causa a existência de Kiruna. E, no fundo, a mesma empresa que criou a cidade, em 1900, pode ser a impulsionadora da sua destruição.
O motivo é o modus operandi da empresa, que tem de fazer perfurações a grandes profundidades que avançam, ano após ano, cada vez mais perto da cidade. Kiruna corria o risco de se afundar e as autoridades planeiam, pelo menos desde 2004, a ‘transplantação’ da cidade. O plano, entretanto, já está feito, mas muitos habitantes duvidam da eficácia e da capacidade da KL cumprir o prometido – a empresa restitui a cada um dos 23 mil habitantes o valor correspondente à sua casa mais 25%.
Alguns cidadãos estão cépticos, pois dizem que estes valores não acompanham a tendência do mercado, em que as casas são mais caras. Alguns ateliês de arquitectura apresentam propostas para a nova Kiruna, atesta o diário britânico The Guardian: “Ou a mina parava as actividades e criava desemprego generalizado ou a cidade tem de mudar-se, sob pena de extinção. É um dilema existencial”, diz Krister Lindstedt, da White Architects, a empresa que se encarregou desta tarefa de titãs.
Mas a cidade vive em suspenso desde 2004. Uma antropóloga local, que trabalha em conjunto com os arquitectos que têm a mudança a seu cargo, confessou ao Guardian que o tempo parece ter parado em Kiruna. “As pessoas vivem no limbo há dez anos. Têm as vidas em suspenso, e são incapazes de tomar grandes decisões, como comprar casa, ter um filho ou abrir um negócio”.
A mudança, que as autoridades suecas entendem ser ‘a mais democrática da História’, pode desentorpecer os habitantes e prepará-los para outras perspectivas de vida. Mas a identidade de Kiruna – construída porque havia ali uma mina, num local pouco apetecível, com invernos longos sem a luz do sol e uma temperatura média de -15º C – parece seriamente comprometida. Os arquitectos, mais optimistas, falam numa “reinvenção” da cidade. SOL

Gangnam Style sobe a parada com dois mil milhões de visualizações e bate recordes do YouTube

por A-24, em 01.06.14

O número foi atingido nas primeiras horas deste fim-de-semana e é uma entrada fulgurante de um single com dois anos (estreou-se online em Julho de 2012) nos registos de recordes não só da música, mas do vídeo online. “Dois mil milhões de visualizações é um número tanto honroso quanto esmagador”, disse o próprio Psy em comunicado, citado pela agência de notícias AFP, prometendo que este novo sucesso o levará a produzir novos conteúdos em breve – nos próximos dias deve ser lançada a sua colaboração com o rapper norte-americano Snoop Dogg.

PS, independentes e CDS acabam com domínio do PSD na Madeira

por A-24, em 30.09.13
O PSD, que mantinha há 39 anos a fidelidade dos eleitores madeirenses, perdeu domingo sete municípios na Madeira, quatro deles para os socialistas, dois para grupos de cidadãos e um para o CDS-PP.

Os socialistas venceram no Funchal (em coligação com o BE, PND, MPT, PTP, PAN), em Machico, em Porto Moniz e no Porto Santo, dois grupos de cidadãos conquistaram Santa Cruz e São Vicente e o CDS-PP venceu em Santana.
Os sociais-democratas mantiveram apenas as quatro câmaras - Calheta, Câmara de Lobos, Ponta do Sol e Ribeira Brava.
DN-Funchal

Marcha de Orange em Belfast termina em violência contra a polícia

por A-24, em 14.07.13
A Grã-Bretanha já reforçou com mais 400 agentes um contingente especial de 600 polícias destacados para a Irlanda do Norte, na sequência dos motins que fizeram mais de 30 feridos após a tradicional marcha protestante da Ordem de Orange, em Belfast.

A violência eclodiu na noite de sexta-feira, depois de os participantes na marcha, os chamados “unionistas” que são partidários do governo de Londres, terem sido impedidos de percorrer o seu itinerário tradicional, que entra pelo bairro católico de Ardoyne, no norte de Belfast, uma área predominantemente nacionalista.
Segundo a polícia da Irlanda do Norte, os agentes que asseguravam o corte do trânsito e o desvio do cortejo foram atacados com pedras, tijolos, garrafas ecocktails-molotov e atingidos por indivíduos com bastões e espadas. “Alguns agentes ficaram inconscientes, outros sofreram lesões na cabeça e nos membros”, disse o chefe-adjunto da polícia da Irlanda do Norte, Will Kerr, que defendeu como apropriado o recurso a canhões-de-água e para dispersar a multidão.
Actos de violência repetiram-se nas zonas leste e sul da cidade, onde organizações ligadas à ordem de Orange protestavam contra a decisão da comissão municipal que autoriza as paradas de barrar o trajecto por Ardoyne – uma medida de prevenção uma vez que os confrontos entre a comunidade republicana daquele bairro e os participantes na marcha são frequentes.
A Ordem de Orange, que tinha instado os seus apoiantes a denunciar a mudança do percurso tradicional, emitiu um comunicado a suspender qualquer acção de protesto. O deputado de Belfast Nigel Dodds, que recebeu tratamento hospitalar depois de ter sido atingido por um objecto pesado na cabeça, fez um apelo à calma, repetido pelo ministro da Irlanda do Norte, Peter Robinson. No entanto, o líder do Sinn Feinn, Gerry Kelly, responsabilizou a Ordem de Orange e os políticos unionistas pela violência, que apanhou de surpresa muitas famílias com crianças.
A data de 12 de Julho, que marca a derrota das tropas jacobitas do rei Jaime II às mãos do príncipe Guilherme de Orange na batalha do Boyne, em 1690, é tradicionalmente celebrada pelos protestantes da Irlanda do Norte com marchas e paradas.
A perspectiva de disputas sectárias entre protestantes e católicos já tinha levado o responsável pela polícia da Irlanda do Norte a solicitar o apoio das autoridades da Grã-Bretanha, que de início enviaram 600 homens para a região. O pedido foi inédito: habitualmente, era o Exército britânico quem assegurava a segurança durante as marchas.
Público