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A-24

Djokovic - Novamente rei na Austrália

por A-24, em 28.01.13
Novak Djokovic, primeiro do "ranking" mundial, venceu este domingo pela terceira vez consecutiva o Open da Austrália, primeiro "Grand Slam" do ano, ao bater na final o britânico Andy Murray.
Djokovic venceu Murray em quatro "sets", pelos parciais de 6-7 (2), 7-6 (3), 6-3 e 6-2.
O líder da hierarquia, que também já havia ganho em Melbourne em 2008, passou a somar seis títulos no "Grand Slam", pois também venceu em Wimbledon e o US Open, em 2011, e um total de 35 no circuito mundial.

Muçulmanos suspeitos de "patrulha religiosa" detidos em Londres

por A-24, em 27.01.13
ExpressoPolícia britânica prendeu hoje um quinto muçulmano suspeito de fazer "patrulha religiosa" com objetivo de implantar a sharia, conjunto de leis islâmicas, na capital do Reino Unido.
Maria Luiza Rolim
Muçulmanos defendem implantação em Londres de zonas controladas pelas leis islâmicas
Cinco muçulmanos estão detidos em Londres, suspeitos de realizarem perseguições nas ruas de Londres e recriminarem as pessoas por serem gays, estarem a consumir bebidas alcóolicas ou usarem minissaias. O quinto suspeito foi preso hoje, pela Scotland Yard.
O grupo, que se descrevia como uma espécie de "patrulha religiosa", advertia as vítimas de que o seu comportamento não era aceitável em áreas do leste de Londres, onde reside um grande número de muçulmanos.
As ações eram filmadas e colocadas na Internet.
Recorde-se que em 2011, de acordo com o blogue belga Talpa Brusseliensis Christiana, o grupo islâmico "A Call to Islam" pretendia estabelecer, na capital da Dinamarca, zonas controladas pela sharia.
"Liderados pelo imã Abu Ahmed, que possui ligações com atividades terroristas, um grupo de 50 integrantes patrulha os bairros de Copenhaga para repreender os muçulmanos que estiverem a jogar ou a beber. A punição para o consumo de bebidas alcoólicas, segundo a lei islâmica, é de 40 chicotadas", dizia o texto escrito no blogue em 25/10/2011.
Também em Londres, os líderes muçulmanos querem implantar essas áreas controladas pela sharia, alegando que a sociedade britânica está "destruída por drogas, crime e prostituição".



Comentários pertinente à notícia:



É a assim que um país democrático rapidamente perde a liberdade. 
E amanhã, quando por qualquer motivo fortuito ou intencional, essas minorias conseguirem impor-se, vão criar guetos, fazendo com que os nacionais se sintam estrangeiros na sua própria terra. 
Todos os países civilizados têm o dever de acolher quem os procura, para terem uma vida melhor e serem integrados na sociedade. 
Mas não têm de ficar indiferentes quando tradições, hábitos e crenças, os obrigam a recuar 500 anos, deitando por terra tudo quanto os valores cívicos e culturais, conseguiram conquistar para liberdade e felicidade dos seus cidadãos. 
Essas minorias devem aceitar as regras dos países que os receberam, ou sair do país. 
E mesmo os filhos desses imigrantes, os que nasceram na Europa, não podem, nem têm o direito, de transformar um país civilizado em terra de atraso e escravidão, só porque a sua religião acha e aconselha a fazerem isso. 
Os europeus têm de se manter vigilantes, antes de surgir uma guerra civil, entre civilizações no mesmo país. 


A generosidade dos europeus, não pode ter a paga de se sentirem estrangeiros no seu país. 
Se as minorias não se sentem bem, rua com eles!, antes de se sentirem e serem fortes de mais. 
É metê-los num barco e com o leme bloqueado, ir sempre a direito... 

Breivik tinha razão, só é pena que a única forma que achou de fazer passar a mensagem, ignorada pelos médias, foi errada! 
Os governos ocidentais são demasiado "politicamente correctos" para lidar com estes seres, que não se apercebem que só podem dizer o que dizem e fazer o que fazem porque vivem num país livre! Se no ocidente fossem praticados os mesmos métodos que nos países deles, já todos tinham "desaparecido" pqop a todos!

Tenho vindo a alertar, ao longo de décadas, os políticos europeus, para o barril de pólvora que estão a criar com a entrada desenfreada e sem regras, de imigrantes com culturas completamente em choque com a cultura europeia. 
O objectivo desses imigrantes é implementarem a sua cultura aos europeus que os recebem, e esta situação já está a acontecer com zonas completamente dominadas por esses imigrantes, e as autoridades nada fazem. 
O barril de pólvora está prestes a explodir e quando isso acontecer, vai ser uma autêntica carnificina. 
Ou os governos europeus tomam medidas e começam a mandar de volta às suas origens, incluindo mesmo aqueles que cá nasceram por acidente, toda esta gente que em lugar de desenvolver os países que os acolhem, pretendem fazê-los andar para trás 500 anos ou mais...


Aos poucos os europeus vão abrindo os olhos.

Dos quatro aos quarenta

por A-24, em 27.01.13

Os EUA declararam recentemente a sua intenção de reduzir efectivos na base das Lages, uma indicação clara de que o seu interesse militar no Atlântico se está a desvanecer. Isto acontece, enquanto reforça a sua presença no Médio Oriente e, especialmente, no Pacífico.
Não é só o centro de interesse militar, mas também comercial e económico do Mundo que passou do Atlântico para o Pacífico. Cada vez mais o comércio mundial se centra na Ásia e menos na Europa. Em 2002 existiam 3 portos europeus e 1 americano entre os 10 maiores do Mundo. Hoje existe apenas 1 porto europeu nesse top10: Roterdão, em 10º lugar. Nos EUA, os portos com mais trâfego localizam-se na costa do Pacífico e não no Atlântico. A Europa, que foi o centro económico, político e comercial do Mundo durante vários séculos passou agora para a periferia de um mundo cada vez mais centrado na Ásia e no Pacífico. As evoluções demográfica e económica recentes só tenderão a reforçar este efeito.
As implicações para Portugal deste movimento são dramáticas. Portugal que, apesar de sempre ter estado na periferia da Europa, beneficiava da sua plataforma Atlântica para estar no centro do Mundo, deixou de o poder fazer. A emergência económica e comercial das potências asiáticas arrumou com Portugal para a periferia mundial. Portugal é hoje um país periférico num continente também em vias de se tornar periférico .
Infelizmente Portugal está muito longe de se ter preparado para esta situação. Embora a desmaterialização da economia trazida pelas novas tecnologias possa ajudar a suavizar este efeito de periferia, será necessário capital para aproveitar os benefícios dessa nova tecnologia. Como irá então um país pequeno, periférico, sem grandes recursos naturais, atrair capital que lhe permita sobreviver na periferia do Mundo? Da mesma forma que o fizeram a Coreia do Sul ou Singapura no passado: baixando drasticamente os custos de contexto e a carga fiscal, e digo drasticamente porque não bastará que esses custos sejam os mesmos que os de outros países, terão que ser muito mais baixos do que os países do centro para compensar a situação periférica do país. Isso implicará cortar bastante as despesas do Estado, muito para além do que qualquer estudo do FMI recomendará. Quatro mil milhões será pouco. Provavelmente o corte necessário estará mais próximo dos quarenta.
Carlos Guimarães Pinto

Gulag Português

por A-24, em 27.01.13

Considerem o seguinte cenário:
  1. 10% da população activa emigra.
  2. receitas fiscais descem de forma drástica.
  3. restante população activa recusa brutal aumento de impostos para tapar “buraco orçamental”, mas deseja manter o Estado Social, como está!
  4. credores perdem confiança na consolidação orçamental e deixam de emprestar dinheiro ao Estado português.
Face a esta realidade, pode um Estado sem dinheiro considerar inconstitucional o despedimento de funcionários públicos? Ou é preferível optar por uma política de não-emigração, à semelhança do que se faz na Coreia do Norte ou Cuba?

PS: os pontos 3. e 4. são um facto! O Estado só ainda não declarou falência porque um conjunto de instituições internacionais disponibilizou-se a financiar, temporariamente, o Buraco…
O Insurgente

Justiça ao modo islâmico

por A-24, em 27.01.13
Um total de 21 cidadãos egípcios foram condenados à morte por um tribunal do Egito, pelos incidentes no jogo de futebol entre o Al Masry e o Al Ahly – equipa então treinada pelo português Manuel José, que foi agredido e ficou retido no balneário -, realizado em fevereiro de 2012 em Port Said, e que originaram 74 mortos.
Homicídio, porte de armas e destruição da propriedade pública eram as acusações que pendiam sobre os arguidos, no julgamento realizado, de forma extraordinária, na Academia de Polícia local (devidamente apetrechada e adaptada), por um tribunal especial, presidido por Sobhi Abdelmeguid, que mal conseguiu ditar a sentença, tantos foram os gritos de júbilo na sala, relata a agência Efe.
Após a invasão de campo, a 1 de fevereiro de 2012, adeptos das duas equipas envolveram-se em confrontos, também com a polícia presente, que originaram 74 mortos e 254 feridos. Uma tragédia que levou à suspensão da Liga do Egito, que será reatada no próximo dia 2 de fevereiro.
Na altura, houve alegações que os adeptos que invadiram o campo pertenciam ao Al-Masry e que o arremesso de tochas, petardos e atos de violência haviam sido perpetrados por apoiantes do antigo presidente egípcio, Hosni Mubarak , entretanto deposto.
A sentença foi recebida com alegria pelos familiares das 74 vítimas da tragédia. Já as famílias dos agora condenados com a pena de morte tentaram invadir a prisão onde os restantes 50 arguidos estão preventivamente detidos, em Port Said. 
Os desacatos junto ao estabelecimento prisional já originaram a morte de um guarda, atingido a tiro. Os restantes 50 arguidos vão conhecer a sentença a 9 de março. 
Adeptos do Al Ahly festejaram a sentença nas ruas de Port Said, e também no Cairo, junto da sede do principal rival do clube na cidade, o Zamalek.

José Socrates anda por aí

por A-24, em 26.01.13
Sócrates anda por aí
por João Pinto Bastos in Estado Sentido

O Partido Socialista é um caso perdido. Após uma longa rave socrática, os meninos do coro do exilado parisiense continuam a mover as fichas de um jogo que, a despeito do que se passa no país, não há meio de acabar. Costa fala e não fala, Seguro questiona a pressa da coisa, Lello refere a existência de questões fracturantes, Silva Pereira deseja mais e melhor oposição, e, no fim, o que sobra? O que resta é um partido completamente alheado da situação do país, com clientelas rapaces que vivem do, pelo e para o Estado. Em suma, gente perigosa. Entretanto, os media dedicam-se, com afinco, a analisar a estupidez colectiva de um bando de meninos que, num país minimamente normal, já teriam apeados da vida política há muito tempo.

Sócrates: mendigo de luxo
por Maria João Marques in O Insurgente

Em Portugal cai-se nos extremos de não ligar à capacidade dos candidatos políticos gerirem com sucesso e dignidade a sua vida financeira e até há maluquinhos que dirão que é um abuso os eleitores pretenderem saber das finanças privadas de um candidato ou, a anos-luz, de assumir que qualquer folga financeira é um caso de enriquecimento ilícito e que se é culpado até se provar a inocência. Mas, mesmo num país que não consegue ser equilibrado nesta questão, o caso de Sócrates em Paris carrega uma surrealidade inegável. Ora o ex-primeiro-ministro que gastou como se não houvesse amanhã, que se endividou para além de toda a prudência e que faliu o país vive agora luxuosamente em Paris à conta de dinheiro que a família lhe dá e de uma dívida que contraíu junto de um banco. Eu não tenho qualquer autoridade, dada a generosidade dos meus pais, para criticar quem recebe ajuda dos pais nas suas finanças quotidianas, mas um ex-pm com o CV de Sócrates vivendo acima das possibilidades em Paris, um homem de cinquenta anos que nos faliu a viver apenas da mensalidade da família e de um empréstimo bancário está no domínio do que se esperaria da ficção e é toda uma alegoria do país socrático. Sobretudo que sirva para percebermos que um diletante que vai para Paris na meia-idade esbanjar o dinheiro da família e viver de crédito dá uma boa personagem de um romance de Thackeray mas nunca um bom presidente da república – que é o que o PS se prepara para nos impingir.

As crianças não são hiperactivas, são mal-educadas

por A-24, em 26.01.13

Henrique Raposo

É uma comédia que se acumula no dia-a-dia. Um sujeito vai ao café ler o jornal, e o café está inundado de crianças que não respeitam nada, nem os pardalitos e os pombos, e os pais "ai, desculpe, ele é hiperactivo", que é como quem diz "repare, ele não é mal-educado, ou seja, eu não falhei e não estou a falhar como pai neste preciso momento porque devia levantar o rabo da cadeira para o meter na ordem, mas a questão é que isto é uma questão médica, técnica, sabe?, uma questão que está acima da minha vontade e da vontade do meu menino, olhe, repare como ele aperta o pescoço àquele pombinho, é mais forte do que ele, está a ver?". E o pior é que a comédia já chegou aos jornais. Parece que entre 2007 e 2011 disparou o consumo de medicamentos para a hiperactividade. Parece que os médicos estão preocupados e os pais apreensivos com o efeito dos remédios na personalidade dos filhos. Quem diria?

Como é óbvio, existem crianças realmente hiperactivas (que o Altíssimo dê amor e paciência aos pais), mas não me venham com histórias: este aumento massivo de crianças hiperactivas não resulta de uma epidemia repentina da doença mas da ausência de regras, da incapacidade que milhares e milhares de pais revelam na hora de impor uma educação moral aos filhos. Aliás, isto é o reflexo da sociedade que criámos. Se um pai der uma palmada na mão de um filho num sítio público (digamos, durante uma birra num café ou supermercado), as pessoas à volta olham para o dito pai como se ele fosse um leproso. Neste ambiente, é mais fácil dar umas gotinhas de medicamento do que dar uma palmada, do que fazer cara feia, do que ralhar a sério, do que pôr de castigo. Não se faz nada disto, não se diz não a uma criança, porque, ora essa, é feio, é do antigamente, é inconstitucional.

Vivendo neste aquário de rosas e pozinhos da Sininho, as crianças acabam por se transformar em estafermos insuportáveis, em Peter Pan amorais sem respeito por ninguém. Levantam a mão aos avós, mas os pais ficam sentados. E, depois, os pais que recusam educá-los querem que umas gotinhas resolvam a ausência de uma educação moral. Sim, moral. Eu sei que palavra moral deixa logo os pedagogos pós-moderninhos de mãos no ar, ai, ai, que não podemos confrontar as crianças com o mal, mas fiquem lá com as gotinhas que eu fico com o mal.

Victoria Azarenka revalida título na Austrália

por A-24, em 26.01.13

A tenista bielorrussa Victoria Azarenka, líder do ranking mundial, revalidou hoje o título de singulares femininos do Open da Austrália, ao vencer na final a china Na Li, sexta da hierarquia, em três sets.
Azarenka, de 23 anos, venceu pelos parciais de 4-6, 6-4 e 6-3, em duas horas e 40 minutos, repetindo o sucesso de 2012, então frente à russa Maria Sharapova.
A bielorrussa somou o 15.º título da carreira e o segundo em torneios do Grand Slam, na terceira final (perdeu a do Open dos Estados Unidos, em 2012, face à norte-americana Serena Williams).

Curiosidades sobre Cuba pré-comunista e pós-comunista

por A-24, em 25.01.13

A primeira nação da América Espanhola, incluindo Espanha e Portugal, que utilizou máquinas e barcos a vapor foi Cuba em 1829.
A primeira nação da América Latina e a terceira no mundo (atrás da Inglaterra e dos Estados Unidos), a ter uma ferrovia, foi Cuba em 1837.
Foi um cubano quem primeiro aplicou anestesia com éter na América Latina em 1847.
A primeira demonstração, a nível mundial, de uma indústria movida a eletricidade foi em Havana em 1877.
Em 1881, foi um médico cubano, Carlos J. Finlay, que descobriu o agente transmissor da febre amarela e definiu sua prevenção e tratamento.
O primeiro sistema elétrico de iluminação em toda América Latina (incluindo Espanha) foi instalado em Cuba, em 1889.
Entre 1825 e 1897, entre 60 e 75% de toda a renda bruta que a Espanha recebeu do exterior vieram de Cuba.
Antes do final do século XVIII, Cuba aboliu as touradas por considera-las "impopulares, sanguinárias e abusivas com os animais".

O primeiro bonde que circulou na América Latina foi em Havana, em 1900. Também nesse ano, antes de qualquer outro país na América Latina, foi em Havana que chegou o primeiro automóvel.
A primeira cidade do mundo a ter telefonia com ligação direta (sem necessidade de telefonista) foi em Havana, em 1906.
Em 1907, estreou em Havana, o primeiro aparelho de Raio X em toda América Latina.
Em 19 de maio de 1913, quem primeiro realizou um voo em toda América Latina foram os cubanos Augustin Parla e Rosillo Domingo, entre Cuba e Key West, que durou uma hora e quarenta minutos.
O primeiro país da América Latina a conceder o divórcio a casais em conflito, foi Cuba em 1918.
O primeiro latino-americano a ganhar um campeonato mundial de xadrez foi o cubano José Raúl Capablanca, que por sua vez, foi o primeiro campeão de xadrez nascido em um país subdesenvolvido. Ele venceu todos os campeonatos mundiais de 1921 - 1927.
Em 1922, Cuba foi o segundo país no mundo a abrir uma estação de rádio e o primeiro país do mundo a transmitir um concerto de música e apresentar uma notícia pelo rádio.
A primeira locutora de rádio do mundo foi uma Cubana: Esther Perea de La Torre. Em 1928, haviam 61 estações de rádio em Cuba, 43 delas ocupando o quarto lugar no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, Canadá e União Soviética. Cuba foi o primeiro no mundo em número de estações por população e área territorial.
Em 1937, Cuba decretou pela primeira vez na América Latina, a jornada de trabalho de 8 horas, o salário mínimo e a autonomia universitária.
Em 1940, Cuba foi o primeiro país da América Latina a ter um presidente da raça negra, eleita por sufrágio universal, por maioria absoluta, quando a maioria da população era branca. Cuba se adiantou em 68 anos aos Estados Unidos.
Em 1940, Cuba adotou a mais avançada Constituição de todas as Constituições do mundo. Na América Latina foi o primeiro país a conceder o direito de voto às mulheres, igualdade de direitos entre os sexos e raças, bem como o direito das mulheres trabalharem.
O movimento feminista na América Latina apareceu pela primeira vez no final dos anos trinta, em Cuba. Ela se antecipou à Espanha em 36 anos, que só vai conceder às mulheres espanholas o direito do voto, a posse dos seus filhos, bem como poder tirar passaporte ou ter o direito de abrir uma conta bancária sem autorização do marido, o que só ocorreu em 1976.
Em 1942, um cubano se torna o primeiro diretor musical latino-americano de uma produção cinematográfica mundial e também o primeiro a receber indicação para o Oscar norte-americano. - Ernesto Lecuona.
O segundo país do mundo a emitir uma transmissão pela televisão foi Cuba, em 1950. As maiores estrelas de toda América, que não tinham chances em seu países, foram para havana, afim de atuarem nos seus canais de televisão.
O primeiro hotel a ter ar condicionado em todo o mundo foi construído em Havana: Hotel Riviera, em 1951.
O primeiro prédio construído em concreto armado em todo o mundo ficava em Havana: o Focsa, em 1952.
Em 1954, Cuba tem uma cabeça de gado por pessoa. O país ocupava a terceira posição na América Latina (depois da Argentina e Uruguai), no consumo de carne per capita.
Em 1955, Cuba é o segundo país da América Latina com a menor taxa de mortalidade infantil. (33,4 por mil nascimentos)
Em 1956, a ONU reconheceu Cuba como o segundo país na América Latina com as menores taxas de analfabetismo (apenas 23,6%). As taxas do Haiti era de 90%, Espanha, El Salvador, Bolívia, Venezuela, Brasil, Peru, Guatemala e República Dominicana - 50%.
Em 1957, a ONU reconheceu Cuba como o melhor país da América Latina em número de médicos per capita (1 por 957 habitantes); com o maior percentual de casas com energia elétrica, depois do Uruguai e com o maior número de calorias (2870 kcal) ingeridas per capita.
Em 1958, Cuba é o segundo país do mundo a emitir uma transmissão de televisão a cores.
Em 1958, Cuba é o país da América Latina com o maior número de automóveis (160.000 - um para cada 38 habitantes). Era quem mais possuía eletrodomésticos. O país com o maior número de quilômetros de ferrovias por km² e o segundo no número total de aparelhos de rádio.
Ao longo dos anos cinquenta, Cuba detinha o segundo e terceiro lugar em internações per capita na América Latina, à frente da Itália e mais que o dobro da Espanha.
Em 1958, apesar da sua pequena extensão e possuindo apenas 6,5 milhões de habitantes, Cuba era a 29ª economia do mundo.
Em 1959, Havana era a cidade do mundo com o maior número de salas de cinema - 358. Batendo Nova York e Paris, que ficaram em segundo lugar e terceiro, respectivamente.

E depois, o que aconteceu??

Veio a Revolução Comunista.
E hoje.... Resta o desespero de uma população faminta, sem liberdade e nem mesmo de abandonar o país, sem dignidade, onde a atividade que mais emprega é a prostituição.
Esse mesmo regime que destruiu Cuba, é o projeto petista para o Brasil.
O pior é que por desconhecimento, muitos ainda apoiam esse partido.

ACORDA BRASIL !!!

(Autoria desconhecida)

O direito à posse de armas

por A-24, em 25.01.13
Imaginemos que no futuro a tecnologia permitirá a produção massiva de bombas nucleares, ao ponto de poderem ser vendidas em supermercados ao preço de uma refeição de restaurante. Dificilmente alguém verá este como um futuro risonho. Poucos serão aqueles que aceitariam de bom grado viver num país em que qualquer um pudesse ter o dedo no botão vermelho. Provavelmente, qualquer país que permitisse o livre acesso a bombas nucleares não resistiria muito tempo. O argumento de que não são as bombas que matam pessoas, mas as pessoas que o fazem, seria quase ridículo numa discussão sobre a legalização do acesso a bombas nucleares. Sendo assim, é mais ou menos claro que o direito à auto-defesa e posse de arma, não é um direito absoluto e que há que ser traçada uma linha algures.
Mesmos os mais libertários defendem que é função do estado garantir a defesa e segurança do território e dos seus cidadãos. Para o fazer, o estado típico atribuiu-se o monopólio da violência. Claro que o Estado não é, nem é desejável que seja, omnipresente. Nenhum estado consegue, ou alguma vez conseguiu, garantir a segurança de todos os seus cidadãos em todos os lugares, a todo o tempo. Parte desta garantia de segurança individual é delegada no próprio indivíduo e ele deve ter acesso aos meios para o fazer. Querer acabar com os crimes com armas de fogo, proibindo-as completamente, é como aspirar a eliminar o crime, ilegalizando-o. A proibição absoluta, portanto, também faz pouco sentido e daria uma vantagem aos criminosos para quem, certamente, a ilegalidade de posse de arma não seria factor dissuasor. Ilegalizar as armas e esperar que criminosos não façam nada de ilegal é, no mínimo, um pouco ingénuo.
Parece-me fazer pouco sentido tomar posições absolutas nesta discussão. Os indivíduos devem ter direito a possuir armas para se defenderem a si e aos seus bens. Por outro lado, num estado civilizado, dificilmente alguém precisará de uma arma automática para esse fim. O tipo de defesa garantido por armas automáticas, tanques, mísseis e bombas nucleares, deve ser um monopólio do estado. Quanto maior a capacidade de destruição de uma arma, menos provável é que essa arma venha a ser usada exclusivamente para defesa pessoal. A posse de armas de morte massiva é ainda um factor de risco para uma sociedade, naturalmente composta por seres humanos susceptiveis a doenças mentais e abalos emocionais temporários. A proibição de posse de armas que possam servir para outros fins que não o de garantir a segurança individual faz parte da função do estado em garantir a segurança de todos, e deve ser um mecanismo usado para tal.
Carlos Guimarães Pinto