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A-24

Cristiano Ronaldo recebe a sua segunda Bota de Ouro

por A-24, em 02.11.11
O futebolista do Real Madrid Cristiano Ronaldo recebe sexta-feira a sua segunda "Bota de Ouro", juntando-se aos compatriotas Eusébio da Silva Ferreira e Fernando Gomes, depois de ter chegado a "impensáveis" 40 golos em 2010/2011.
Três anos após ter conquistado o troféu de "rei" dos goleadores dos campeonatos europeus ao serviço do Manchester United, com 31 tentos, o internacional luso fez ainda melhor, batendo os melhores registos da história da Liga espanhola, iniciada em 1928/29.
Com o pé direito, o esquerdo ou de cabeça, de livre direto, penalti ou bola corrida, o número 7 dos "merengues" foi o pior pesadelo dos guarda-redes, como demonstra a média de mais do que um tento por jogo.
Cristiano Ronaldo até ficou em "branco" em 16 jornadas, mas, nas restantes 18 em que participou, contabilizou dois "pokers", quatro "hat-tricks", oito "bis" e ainda um tento em outros quatro embates.
Os seus números encheriam de orgulho o melhor dos pontas-de-lança, pelo que faltam palavras para classificar Cristiano Ronaldo, que, muitas vezes, joga como extremo e não é o jogador mais avançado da equipa.
Com tão imenso aproveitamento, Cristiano Ronaldo justifica a cada jogo o porquê dos 94 milhões de euros que o Real Madrid pagou ao Manchester United, transformando o português no mais caro jogador da história.

EUA retiram apoio à UNESCO após admissão da Palestina

por A-24, em 01.11.11
Os Estados Unidos anunciaram hoje a suspensão total da sua contribuição financeira para a UNESCO, poucas horas após a agência da ONU para a educação e cultura ter aceite a Palestina, por larga maioria, como membro de pleno direito.
A porta-voz do Departamento de Estado, Victoria Nuland, declarou em conferência de imprensa que a admissão da Palestina como membro de pleno direito da UNESCO "activa restrições legislativas existentes desde há algum tempo, que obrigam os EUA a absterem-se de efectuar contribuições" à organização.
A suspensão é de efeito imediato e vai implicar que os EUA deixam de canalizar para a organização, com sede em Paris, 60 milhões de dólares (42,3 milhões de euros) que deveriam ser encaminhados em Novembro, a principal fatia dos 80 milhões de dólares que destinavam anualmente à UNESCO.
A Autoridade Palestiniana foi esta manhã admitida como o 195º membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) com 107 votos a favor, 52 abstenções e 14 votos contra dos Estados membros presentes na votação em Paris.
No entanto, a porta-voz da diplomacia de Washington insistiu que os EUA vão manter a participação e o seu compromisso nesta agência das Nações Unidas.
"Vamos consultar o Congresso para garantir que os interesses e a influência dos EUA se vão manter", declarou Nuland, que considerou o envolvimento dos Estados Unidos na UNESCO "uma forma de beneficiar uma ampla gama dos nossos interesses nacionais em matéria de educação, ciência, cultura e comunicações".

Comentário Anónimo

A chamada Palestina nunca existiu. É uma invenção dos Romanos nos anos 70 d.C. para desmoralizar os judeus e, moralmente, destruir a nação judaica. Os chamados "palestinianos" são colonialistas árabes que começaram a colonizar a nação israelita depois da derrota total desta ás mãos do ocupante Romano. Portanto: MORTE AO COLONIALISMO ÁRABE e a todos os seus apoiantes mentirosos e estúpidos lacaios/analfabetos europeus.

Ana Sá Lopes e os referendos

por A-24, em 01.11.11

«Não somos os Estados Unidos da América, infelizmente. Não criámos um “povo europeu”. Os fundos não serviram para fundar o que seria adorável – uma identidade comum que nunca existiu e não havia maneira de inventar. Vivemos uma alucinação colectiva, durante décadas, com o objectivo supremo de enterrar o monstro da Segunda Guerra – e ganhar uns trocos, evidentemente. Esta alucinação, como todas as alucinações, não superou a prova da realidade crua e dura: a primeira vez que a Europa foi submetida a uma prova de fogo falhou estrondosamente. Os líderes não estão, como se diz, “à altura”, mas é o povo que não está “à altura” de uma Europa federal, com os instrumentos políticos e económicos dos Estados Unidos da América. Quanto a isso, nada a fazer – o povo, por muito mal e egoisticamente que o faça, é quem mais ordena. É triste, mas acabou. Os grandes líderes conseguiram avançar com o projecto europeu sem referendos, dando passos de gigante sem que os seus povos nacionalistas se apercebessem de grande coisa. Mas agora esse tempo acabou. Rest in peace.» Ana Sá Lopes

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