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A-24

La ultraderecha vive su edad dorada desde la II Guerra Mundial

por A-24, em 25.07.11
Politólogos como Sami Naïr, de la Universidad de París, llevan tiempo advirtiéndolo: el caldo de cultivo que impulsó al fascismo en los años treinta en Europa empieza a expresarse de nuevo, con formas parecidas.
Aunque el asesino de Oslo fuera sólo un perturbado, nunca desde la II Guerra Mundial había tenido la ultraderecha tanta fuerza en Europa, ya sea en su versión original o embutida de nuevosropajes populistas centrados en el combate contra la inmigración con la bandera de la islamofobia.
Este último es precisamente el perfil del Partido del Progreso en el que militó durante años Anders Behring Breivik, el presunto autor de la masacre en Noruega, formación que ayer condenó con rotundidad lo sucedido y lo consideró una "tragedia".
El Partido del Progreso logró en los comicios de 2009 el 22,9% de los votos, el mejor resultado de su historia, una tendencia que se repite una y otra vez en toda Europa desde el estallido de la crisis y en particular en los países nórdicos: los Auténticos Finlandeses han llegado este año al 19% a sólo 0,1 punto de los socialdemócratas, los Demócratas en Suecia han superado el 5% y tienen representación parlamentaria; el Gobierno danés depende de los populistas antiinmigración, que se acercaron al 14%...
En al menos 12 países europeos, los populismos de derechas han conquistado en el último ciclo electoral su mejor resultado desde la II Guerra Mundial, normalmente como consecuencia del hundimiento de la socialdemocracia: Noruega (22,9%), Austria (28,2%, repartidos en dos partidos), Suiza (29%), Suecia (5,7%), Finlandia (19%, con un crecimiento del 500%), Dinamarca (13,9%), Holanda (15,5%, casi el triple de lo que tenía), Reino Unido (5%), Bulgaria (9,4%), Grecia (5,6%), Lituania (12,68%) y Hungría (16,6%, con un crecimiento del 700%).
El caso de Hungría es uno de los más inquietantes porque el partido ultra Jobbik se dotó de unas milicias paramilitares que desfilan en los pueblos con el objetivo de atemorizar a la población gitana. El Gobierno ha prohibido formalmente su actividad, pero las milicias sortean la ley con retoques mínimos y la misma agresividad. La Policía investigó en 2009 una serie de asesinatos de gitanos cometidos en lugares donde previamente habían desfilado las milicias de Jobbik, sin lograr probar nunca la vinculación entre estos desfiles y los asesinatos.
Pero el fenómeno de las milicias ultras se está extendiendo: el último lugar donde han aparecido es Grecia, con el nombre de Amanecer Dorado.


Londres. As cores da segunda guerra

por A-24, em 24.07.11
Para assinalar o 70.o aniversário da campanha de Winston Churchill durante a Segunda Guerra Mundial, "V for Victory" (19 de Julho de 1941), a "Time-Life" divulgou fotos a cores inéditas de Londres durante o conflito.
As imagens mostram a cidade devastada por ataques aéreos alemães, que não cumpriram, no entanto, o seu objectivo principal de desmoralizar o povo britânico e destruir a economia de guerra do país. Mesmo assim, mais de um milhão de casas na cidade ficam destruídas ou seriamente danificadas e cerca de 20 mil civis perderam a vida (metade do número de mortos em todo o país).
Operários removem o entulho de um edifício completamente destruído por um bombardeamento da aviação alemã
"Esses foram os tempos, quando os ingleses, e particularmente os londrinos, que se distinguiram, foram vistos no seu melhor. Abatidos e alegres, persistentes e prestáveis, com a confiança nos seus ossos de povo não conquistado, adaptaram-se a esta estranha nova vida [dos bombardeamentos], com todos os seus terrores, com todos os seus choques e abalos", escreveu Churchill, que na altura era primeiro-ministro britânico, nas suas memórias de guerra.
Um autocarro dentro de uma cratera gigante deixada por uma das bombas
"A velha Londres é um símbolo odiado por tudo aquilo que torna os ingleses superiores. Durante seis meses, os nazis bombardearam a capital britânica, dia e noite, e só fizeram mossas. Na noite de 29 de Dezembro tentaram pegar-lhe fogo. Nessa noite os bombardeiros alemães largaram cerca de 10 mil bombas incendiárias de duas onças (0,90 quilos)", na descrição da revista "Life" em Janeiro de 1941.
"V for Victory" foi o grito moralizador para o povo britânico, uma demonstração de que o objectivo de Hitler de vergar o Reino Unido não seria alcançado.
Uma panorâmica de Londres em que se vê a Catedral de S. Paulo, que milagrosamente escapou aos ataques
O apelo ao uso da expressão foi lançado a milhões de pessoas por toda a Europa. A ideia era escrever a letra "V" em todos os lugares possíveis - ruas, edifícios, muros. A campanha tornou-se viral após milhares de soldados, mulheres e jovens de países invadidos por alemães terem recebido a mensagem através da rádio pela voz de um homem misterioso que dava pelo nome de Colonel V. Britton e que trazia uma mensagem especial de Winston Churchill.

Ainda os eventos de Oslo

por A-24, em 24.07.11
Apesar de ainda ser cedo para conclusõe definitivas, a pista dos atentados parece conduzir para a responsabilidade de um norueguês de extrema-direita. Os média multiculturalistas e os esquerdistas do costume, não perderam tempo em relacionar este indivíduo com os movimentos e blogues anti-jihadistas, como o Gates of Vienna e o Atlas Shrugs, entre outros. Para os silenciar, obviamente, pois é o único argumento que os esquerdistas que controlam as sociedades ocidentais, possuem.
Contudo, não se faz a pergunta mágica: Como é que se chegou até aqui? A resposta nem sequer é complexa. Chegámos aqui porque o esquerdismo vigente, em todos os estratos de poder e do controle da sociedade, para aqui nos dirigiu. Não é impunemente que os comunas e os liberais de esquerda, vendam os povos e suas culturas ancestrais ao islamismo. Não é impunemente que se retiram aos povos toda a capacidade de decisão no que toca ao seu futuro. Não é impunemente que marginalizam os povos europeus fazendo-os vergar, sem direito a critica, às políticas de imigração suicidárias. Os partidos responsáveis pela engenharia social destinada a subverter as culturas e tradições dos povos europeus, mais cedo ou mais tarde vão ter que responder.
Esta situação em Oslo, é mais um episódio da guerra civil que ocorre ainda em surdina na Europa. Não pensem os comunas e esquerdistas, os juízes corruptos e académicos idealista e estúpidos, que podem vender e destruir os povos e a Europa sem consequências. No futuro próximo, mais esquerdistas serão abatidos, mais serão fuzilados e muitos mais atentados enviarão a morte aos inocentes. A Eurábia existe, e como qualquer zona árabe, a violência e o caos dominam. O projecto europeu (do qual a Noruega não faz parte) aproxima-se a passos largos de um pesadelo. Ao contrário da utopia com que os escuteiros eurocratas e europeistas sonham, a Europa aproxima-se de uma hora bem negra.
E isto ainda não é nada. Os responsáveis morais da construção da Eurábia e da desconstrução da Europa, são todos aqueles que conduziram os povos europeus, a este beco sem saída, aos sentimentos de insegurança, do medo e sobretudo da impotência.
Experimentem, meus senhores, fazer refendos a nível europeu sobre a presença de milhões de muçulmanos na Europa. Experimentem fazer referendos sérios sobre se os povos querem a União Europeia. E logo verão...e logo veremos...todo o mundo verá que estamos a ser vítimas de uma engenharia social imposta de cima, como se vivessemos na Roménia de 
Ceaucescu.

in "Neuromante"

Bélgica: entrou hoje em vigor lei que proíbe uso de véu islâmico em locais públicos

por A-24, em 24.07.11
A lei que proíbe o uso público do véu islâmico, incluindo a burca e o niqab, entra hoje em vigor na Bélgica, o segundo país da União Europeia a tomar esta medida, a seguir à França.
A lei define uma multa até 137.50 euros e uma pena de prisão de um a sete dias para quem desrespeitar a norma que abrange não só o véu islâmico mas todo e qualquer artigo que cubra total ou parcialmente o rosto.
A medida proíbe o uso desse tipo de roupa em todas os espaços públicos por razões de segurança.
Duas mulheres muçulmanas que usam o niqad já anunciaram que vão pedir intervenção judicial superior para o cancelamento desta medida por considerarem tratar-se de “uma ingerência desproporcionada” no exercício das liberdades fundamentais.
O uso do véu integral é residual num país com 400 a 600 mil muçulmanos recenseados e onde apenas 200 a 400 mulheres usam o niqad (véu que cobre o rosto e só revela os olhos).
A França foi em abril o primeiro país ocidental a impor a proibição de véus islâmicos em público. Desde então já foram multadas 30 mulheres.
O novo regulamento francês prevê o pagamento de 150 euros por violar a lei. A infratores do sexo feminino também pode ser forçado a participar de um curso de educação cívica.

Morreu Lucian Freud, o pintor do corpo e da carne

por A-24, em 21.07.11
O pintor inglês Lucian Freud morreu esta quarta-feira à noite, aos 88 anos, em Londres. O artista plástico morreu na sequência de uma doença súbita, disse William Acquavella, das Acquavella Galleries, galerista de Freud, citado peloNew York Times. Neto do fundador da psicanálise, Lucian emigrou, com a família, da Alemanha para Inglaterra no início dos anos 30 para fugir ao regime nazi, tendo adquirido naturalidade britânica em 1939.

Lucian Freud aproximou-se, numa primeira fase, da estética do surrealismo, mas durante os anos 1950 muda de registo estilístico. Começa a pintura de retratos, geralmente de nus humanos acompanhados de objectos, recorrendo à técnica de impasto. 
“Eu pinto as pessoas não pelo que elas parecem, não exactamente como elas são, mas como elas deviam ser”, disse o autor das pinturas “Naked Man With The Rat” e “After Cézanne”. 
Vinculado a uma linguagem figurativa, centrada na representação do corpo humano, pintou familiares e amigos no seu atelier durante décadas. Numa entrevista por ocasião de uma exposição do pintor no Centro Georges Pompidou, em Paris, em 2010, Freud sublinhava a importância da confiança e da intimidade com os modelos e das atmosferas. Uma ideia que atravessou a sua carreira, a atender a uma entrevista datada de 1974: “Trabalho a partir das pessoas que me interessam e com as quais me preocupo, em espaços em que eu vivo e conheço”. 
Num estudo sobre a cena artística londrina dos anos 60, o crítico de arte John Russell destacava na obra de Freud a relação entre o pintor e o corpo pintado, associando-a à “mais clássica relação do século XX, a do inquisidor e o inquirido”. 
Lucian Freud preferia a designação de biólogo – a sua outra profissão – à de artista, ressalvando a sua distância dos pintores românticos e da própria herança da psicanálise, desenvolvida pelo avô Sigmund Freud. Ao longo de uma carreira de cerca de 60 anos, o artista concentrou-se na representação da fisionomia humana, relegando para segundo plano a psicologia. 
“Eu quero que a pintura seja carne. Para mim o quadro é a pessoa”, disse em 2010, acrescentando que, embora apreciasse o orgânico, não lhe chegava reproduzi-lo. A “intensificação do real” foi o caminho que escolheu para pintar o “lado animal” do corpo humano. 
Além do nu reflexivo – salientado numa exposição permanente de corpos obesos, desproporcionados e enrugados - que domina a obra do pintor, nascido em Berlim a 8 de Dezembro de 1922, o neto mais célebre de Sigmund Freud interessou-se ainda pela intertextualidade com pinturas de artistas como Cézanne, Watteau e Chardin, cujos quadros reinterpretou à sua maneira.Em Portugal, "Naked Girl with Egg", uma obra da autoria do pintor britânico, pode ser vista, desde a passada sexta-feira, na Fundação EDP, no Porto, no âmbito da exposição “My Choice”, composta por obras da colecção do British Council seleccionadas por Paula Rego.
Ingressou no mundo da arte cedo, iniciando os estudos na Central School Of Art, em Londres, cidade onde morreu nesta quarta-feira à noite, aos 88 anos.

Por que é preciso defender Israel?

por A-24, em 20.07.11
Actualmente, em muitas partes do mundo, em círculos de intelectuais, da classe média e dos grandes média, existe um ambiente hostil ao povo judeu e também ao Estado de Israel. No dias actuais vemos renascer o espírito antissemita e, por conseguinte, o discurso do “fora judeu” e da “destruição do Estado de Israel”.
O surpreendente desse renascimento é que ele não é de origem cristã. Desde o final do século XIX e principalmente na segunda metade do século XX e início do XXI, o cristianismo – e especialmente a Igreja Católica – tem tido uma política de não agressão ao povo judeu. O cristianismo tem desenvolvido políticas e acções de convivência e diálogo com o povo e o Estado judeu. Em grande medida os históricos conflitos entre cristãos e judeus foram superados ou profundamente amenizados.
Além disso, o século XX viu a derrota de duas grandes ideologias, o nazismo e o socialismo, que, entre os seus princípios, pregavam o ódio e a extinção dos judeus.
Se os conflitos entre cristãos e judeus foram profundamente amenizados, e o nazismo e o socialismo foram, no século XX, derrotados, então quem ou o que está promovendo a nova onda de espírito antissemita? A nova onda de ódio aos judeus? A onda que deseja a destruição do Estado judeu?
Não é intenção deste pequeno artigo dar respostas definitivas a essas perguntas inquietantes. No entanto, é possível realizar cinco reflexões.
Primeira, as novas gerações, nascidas a partir da década de 1970, não passaram pelos tormentos e sofrimentos da Segunda Guerra Mundial e, por conseguinte, pela perseguição realizada pelo Estado totalitário nazi e socialista. São gerações que vêem o povo judeu apenas como um povo distante e exótico e em grande medida desconhecem a sua história de perseguição e sofrimento.
Segunda, existe um pacto entre a elite da esquerda internacional e grupos fundamentalistas muçulmanos, especialmente o Irão. Apesar de haver muitas divergências entre essas duas posturas culturais, há pontos comuns entre ambas. Tanto a elite da esquerda internacional como grupos fundamentalistas muçulmanos possuem em comum uma forte crítica ao capitalismo, visto como causador dos problemas sociais do mundo moderno, e um ódio ao cristianismo, visto como causa da decadência do Ocidente. O pacto entre a elite da esquerda internacional com grupos fundamentalistas muçulmanos visa, simultaneamente, destruir o capitalismo e o cristianismo. Dentro desse pacto há um acordo que implicitamente coloca que, de um lado, os grupos muçulmanos radicais poderão atacar os judeus, inclusive perpetrando actos de terrorismo, e, do outro lado, a elite da esquerda internacional fará vista grossa a esses ataques e até mesmo podem defender os grupos muçulmanos radicais alegando, entre outras coisas, que fizeram esses ataques em nome dos Direitos Humanos e da democracia.


Além disso, actualmente está se desenvolvendo no mundo, especialmente na América Latina, o neo-socialismo ou Socialismo do Século XXI ou ainda Socialismo Bolivariano. O neo-socialismo tem, entre os seus postulados, o princípio estratégico de que o mundo islâmico é fundamental para o triunfo da Revolução e, por conseguinte, a implantação de um regime político anticapitalista. Nessa perspectiva, o islão é visto como uma fonte indispensável de militantes e de pressões políticas. O problema é que os grupos radicais muçulmanos não desejam aderir à Revolução Neo-Socialista de graça sem receberem uma recompensa. Eles querem, entre outras coisas, o direito de destruir o Estado judeu. Por causa dessa reivindicação os países envolvidos com a Revolução Neo-Socialista fazem vista grossa diante do terrorismo islâmico e até mesmo chegam a apoiar abertamente regimes teocráticos e totalitários, como é o caso do Irão. Na América Latina, a Venezuela, de Hugo Chávez, e outros países bolivarianos, como Bolívia e Argentina, fazem constantes declarações em apoio a grupos extremistas islâmicos. O Brasil, um dos países de maior projecção política no Terceiro Mundo, durante o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fez preocupantes declarações de apoio ao Irão e à Síria, dois países que historicamente são profundamente hostis ao Estado judeu. Tudo isso cria um ambiente de legitimação ao extremismo islâmico e, ao mesmo tempo, de apreensão para o povo judeu.
Terceira, actualmente em muitas universidades e centros de formação superior no Ocidente é ministrado, na sua essência, um ensino pouco crítico e muito carregado por um discurso esquerdista do estilo “o mal é o capitalismo” e a “religião é o ópio do povo”. Esse tipo de ensino tem causado sérios problemas de formação humana, um dos quais é o não reconhecimento da importância do povo e do Estado judeu na história do Ocidente. Vê-se o povo judeu como um povo agressor, imperialista e até mesmo cruel. Não há uma reflexão sobre o direito de existência desse povo e, por conseguinte, do seu Estado. Não se reflecte sobre a visão autoritária existente entre sectores dos muçulmanos, o fundamentalismo de alguns países, como o Irão e a Síria. Não se reflecte sobre o desejo, aberto e declarado, de grupos radicais destruírem o Estado de Israel e, por conseguinte, matarem todos os cidadãos judeus que nele residem. Entre esses grupos é possível citar: a Irmandade Muçulmana, a Jihad Islâmica, os Talibãs, a Al-Qaeda, o Hezbollah, o Hamas, o Jemaah Islamiyah, a Frente de Salvação Islâmica e o Gamaat Islamiya.

Ademais, nas universidades e centros de formação superior no Ocidente actualmente há um profundo espírito agressivo e até mesmo preconceituoso contra qualquer expressão religiosa. A religião é vista como causa da alienação e da opressão social. Criticar a religião é visto como um acto de vanguarda, de modernidade e de esclarecimento. Uma das consequências dessa postura é que o povo judeu, por ter uma fé religiosa viva e activa, é visto como um povo supersticioso e causador da alienação social. Por isso, a nova onda de perseguição aos judeus é entendida, em muitos ambientes universitários, como uma forma de combater a religião.
Quarta, os grandes média ocidentais têm contribuído para o agravamento da nova onda de perseguição aos judeus. De um lado, devido à formação recebida pela ideologia esquerdista, muitos sectores dos média ocidentais têm grande simpatia pelos grupos radicais mulçumanos. Esses grupos são vistos como questionadores da opressão social e do imperialismo ocidental, especialmente do imperialismo norte-americano. Praticamente não são apresentados o carácter de intransigência sócio-religiosa e o desejo de implantar a "sharia" (a lei fundamentalista islâmica), em diversas partes do mundo. Em certa medida, reina nos média um grande silêncio sobre o imperialismo, as práticas culturais autoritárias e a falta de liberdade, reinantes no mundo muçulmano. Do outro lado, o Estado judeu é visto como um Estado imperialista, conquistador e até mesmo herdeiro do nazismo. A soma de todos esses factores faz com que haja, nos grandes média, muito pouca reflexão tanto sobre a situação dos judeus no mundo como também o aberto desejo dos grupos radicais muçulmanos de literalmente destruírem esse povo.
Quinta, o secularismo que penetra, com muita força, dentro do cristianismo. Desde o século XVIII que os grupos religiosos ligados ao cristianismo vêm passando por um grande processo de secularização. É bom deixar claro que o cristianismo é a grande força religiosa e até mesmo política do Ocidente. À medida que o cristianismo se seculariza vai aderindo a posições políticas e culturais mais distantes de seu fundamento doutrinário. Um bom exemplo disso é a disputa entre judeus e muçulmanos. Historicamente, os cristãos sempre estiveram contra o islão. Por causa disso fizeram importantes críticas às posturas autoritárias oriundas do islão. Esse facto, de alguma forma, sempre beneficiou o povo judeu. No entanto, nas últimas décadas temos visto mudanças nessa postura. Líderes cristãos, inspirados por um cristianismo secularizado, afirmam que os grupos radicais muçulmanos são apenas movimentos sociais que lutam pelos Direitos Humanos e, por conseguinte, passaram a ver o povo judeu como um povo opressor, um típico representante do imperialismo Cruzado ocidental. Um bom exemplo disso é a Teologia da Libertação (TL). Os líderes dessa expressão teológica, que se desenvolveu principalmente na América Latina, costumam fazer declarações defendendo abertamente grupos fundamentalistas islâmicos, usando, para tanto, o argumento de que a luta islâmica é democrática e visa à defesa da cidadania. Enquanto isso, o sofrimento e as demais questões que envolvem o povo judeu são ignorados.
Como é possível perceber, pelas breves reflexões que foram apresentadas, há muitos factos que contribuem para o aumento do ódio aos judeus e, ao mesmo tempo, a defesa dos grupos radicais islâmicos.
Existe quase um senso comum que afirma e até mesmo grita, mesmo que inconscientemente, que a destruição do Estado de Israel e, por conseguinte, a morte ou então a expulsão da sua população, estimada em aproximadamente 7.500.000, será uma grande conquista da humanidade, uma vitória da democracia, da cidadania e dos direitos humanos. Com a destruição do Estado de Israel, os povos oprimidos, simbolizados pelos grupos radicais muçulmanos, terão uma possibilidade real de se libertarem de séculos de exploração ocidental.
Não há dúvida que os países centrais do Ocidente (Inglaterra, EUA, França, etc.) dominaram, oprimiram e até mesmo destruíram vários povos ao redor do mundo, incluindo no Médio Oriente. É preciso combater a exploração e o colonialismo. Entretanto, engana-se quem pensa, mesmo que de forma inconsciente, que a destruição do Estado de Israel – incluíndo a morte ou a expulsão de sua população – será o remédio para os males causados pela exploração, pelo colonialismo e o imperialismo.

Quando os grupos muçulmanos destruírem Israel e provavelmente massacrarem quase 100% de sua população, não estarão criando um mundo melhor, sem capitalismo, sem cristianismo, sem sionismo e outras questões. Pelo contrário, esse facto marcará o início do mais radical retrocesso vivido pela história. Séculos de avanço humanístico, rumo à democracia e aos Direitos Humanos, serão sumariamente enterrados. Tudo isso para que a "sharia" seja implantada a nível global. A esperança de muitos grupos (neo-socialismo, cristianismo secular, etc.) é que a destruição do Estado de Israel, pelos grupos radicais islâmicos, acabe com a sede de sangue, morte e terror que esses grupos possuem. É preciso observar que estamos falando de uma destruição física e não meramente simbólica do Estado judeu. A destruição de todas as casas e demais edifícios existentes em Israel. O raciocínio dos grupos que defendem os radicais islâmicos é mais ou menos assim: “quando Israel for destruído, então teremos paz no mundo”.

Enganam-se aqueles que pensam desta forma. Triste ilusão. O projecto dos grupos radicais mulçumanos é a conquista do Ocidente e a implantação da "sharia" a nível global. Esses grupos pouco se importam com a democracia, Direitos Humanos e coisas semelhantes. O que eles querem é impor ao mundo a lei islâmica. O problema é que, no momento, o grande empecilho da realização desse projecto é a existência, em pleno Médio Oriente, do Estado e do povo judeu. Por causa disso o raciocínio dos grupos radicais islâmicos é o seguinte: “primeiro destruímos o Estado de Israel e depois faremos a grande marcha rumo ao Ocidente. Para isso, precisamos momentaneamente do apoio de grupos ocidentais (neo-socialismo, cristianismo secular, etc) insatisfeitos com o próprio Ocidente”.
Os grupos radicais islâmicos querem a ajuda de sectores da sociedade ocidental para destruir Israel e depois “jogarem fora” esses mesmos grupos e, por conseguinte, fazer a grande marcha rumo à conquista do Ocidente.

Nesse triste contexto, Israel emerge como a “grande protecção” da sociedade e dos valores ocidentais. Por incrível que pareça, o que impede uma invasão militar, e até mesmo actos de terrorismo mais agressivos por parte de grupos radicais islâmicos, é a existência do Estado de Israel. Enquanto esses grupos estiverem ocupados lutando para massacrar o povo judeu, eles não terão condições de promover a grande marcha rumo ao Ocidente.

É por isso que ao invés de ficarmos criticando o Estado de Israel – e é preciso criticar os exageros cometidos por qualquer modelo de Estado – temos que nos empenharmos para protegê-lo. A convivência pacifica entre judeus e muçulmanos e, por conseguinte, a paz no Médio Oriente e no Ocidente, só serão possíveis com um Estado judeu forte e com amplo apoio do Ocidente a esse Estado. Precisamos de superar o discurso ideológico que vê Israel como um povo opressor e um Estado conquistador. É preciso reconhecer que Israel é a grande barreira que protege o Ocidente contra actos de terrorismo e destruição oriundos dos radicais islâmicos. Por isso, a defesa de Israel representa, simultaneamente, a defesa dos valores e dos povos do Ocidente. Quando Israel for destruído não haverá nada, absolutamente nada, entre o ódio islâmico e os países do Ocidente. Enquanto o islão não se moderniza e aceita a democracia e a liberdade de expressão, Israel é a grande barreira protectora, o grande escudo. Temos que cuidar desse escudo. Temos que proteger os cidadãos israelitas ao redor do mundo e garantir que as pretensões dos grupos radicais de destruírem Israel jamais serão realizadas.

http://olhonajihad.blogspot.com/

Lista dos melhores marcadores do Sporting

por A-24, em 19.07.11

1. Peyroteo, 529 golos (em 12 anos)
2. Manuel Fernandes, 255 golos (12)
3. Vasques, 221 golos (13)
4. Manuel Soeiro, 204 golos (11)
5. Jordão, 187 golos (9)
6. Adolfo Mourão, 170 golos (16)
7. João Martins, 166 golos (12)
8. Jesus Correia, 156 golos (10)
9. Albano, 153 golos (13)
10. Liedson, 150 golos (5/6)
11. João Cruz, 149 golos (11)
12. Figueiredo, 147 golos (8)
13. Lourenço, 145 golos (8)
14. Yazalde, 126 golos (4)
15. Pireza, 123 golos (9)
16. Travassos, 122 golos (13)

Violência sexual quase impune na Europa, diz ONU

por A-24, em 17.07.11
No relatório sobre igualdade entre homens e mulheres, elaborado pelas Nações Unidas, a Europa aparece entre as melhores zonas do globo, mas continua a ter problemas. Um deles é a dificuldade em provar em tribunal os casos de violação. Apenas 14% dos processos abertos por violação terminam em condenação.
Apesar de a igualdade entre sexos estar reconhecida em 139 dos 192 países membros da ONU, há ainda 603 milhões de mulheres em todo o mundo que não têm qualquer protecção legal relativamente à violência doméstica. Além disso, há ainda mais países onde a violação conjugal não é considerada explicitamente um crime, ou seja, "2600 milhões de mulheres em 52 países podem ser violadas pelos seus maridos sem que estes sofram qualquer castigo", descreve o El PaísQuanto à Europa, um dos problemas centrais é o processo em tribunal. Em 2009, em média, nos países sobre os quais havia dados, apenas 14% das queixas resultaram em condenações. Na Bélgica essa cifra não passou dos 5%. Em Portugal foi de 16%. "Isto, somado ao custo do processo, às dificuldades práticas, à debilidade dos sistemas judiciais e ao estigma social, leva a que o índice de abandono [do processo] seja elevado"; escreve o jornal espanhol. Percentagens que excluem o número elevado de agressões em que nem sequer é apresentada qualquer queixa.Segundo o relatório da ONU Mulheres, o sexo feminino continua a ser vítima de "injustiças, violência e desigualdades no lar e no trabalho", muitas delas baseadas em costumes e religião, factores que se verificam também nos países desenvolvidos. 
Há países onde as mulheres ganham 30% menos que os homens quando exercem as mesmas funções. Metade das trabalhadoras do mundo não tem qualquer protecção das leis laborais e num terço dos países há profissões que as mulheres estão proibidas de exercer, por motivos "paternalistas". As Nações Unidas relacionam esta desigualdade com questões familiares: quando o homem assume uma maior proporção das tarefas domésticas, "a diferença salarial é inferior".Na vida pública a desigualdade também se faz sentir. As mulheres ocupam apenas 19% dos lugares nos parlamentos. Há 28 países que passaram a barreira dos 30%, mas a maioria foi à custa das quotas.

O último dos Habsburgo foi a enterrar: corpo na Áustria, coração na Hungria

por A-24, em 16.07.11
Milhares de austríacos e de turistas juntaram-se hoje no centro histórico de Viena para participar nas cerimónias fúnebres de Otto von Habsburgo, herdeiro do último imperador da Áustria-Hungria.

O corpo do filho do imperador Carlos I, que morreu no dia 4 de Julho aos 98 anos, foi enterrado na cripta imperia de Vienal, onde se encontram sepultados a maioria dos membros da família Habsburgo, com toda a pompa e circunstância associada ao antigo império. A sua mulher, a alemã Regina de Saxe-Meiningen que morreu o ano passado, também foi enterrada ao seu lado.
Seguindo a tradição dos Habsburgo, o coração de Otto foi levado para a Hungria, onde será enterrado hoje numa abadia nos arredores de Budapeste
Os funerais juntaram numerosos representantes da nobreza europeia, ligada de alguma forma aos Habsburgo, incluindo o rei Carl XVI Gustaf da Suécia e a rainha Silvia, o grande duque Henri do Luxemburgo, o príncipe Adam II do Liechtenstein e os dois ex-monarcas da Bulgária Siméon II e da Roménia Michel I. Líderes políticos da Geórgia, da Croácia e da Macedónia também estiveram presentes.
Otto von Habesburgo nasceu em 1912, seis anos antes do colapso do império da Áustria-Hungria no final da Primeira Guerra Mundial. Passou muitas décadas no exílio depois da sua família ter fugido da Áustria em 1919. Só em 1961 é que abdicou da pretensão de recuperar a liderança do império e cinco anos depois foi autorizado a regressar ao seu país. 
Foi um forte crítico dos nazis e da anexação da Áustria pela Alemanha em 1938. A BBC recorda que Otto foi um dos organizadores do Pic-nic Pan-europeu, um protesto na fronteira da Áustria com a Hungria realizado em 1989, meses antes da queda do Muro de Berlim.
Foi eurodeputado pelo seu país durante duas décadas, tendo sido um defensor fervoroso da integração na UE dos países do leste europeu que se livraram da liderança comunista de Moscovo. O presidente da comissão europeia, Durão Barroso, prestou ontem homenagem a “um grande Europeu”.

(Reino Unido) Britain is Europe's top destination for permanent migrants

por A-24, em 13.07.11
More immigrants settle permanently in Britain than any other country in Europe, a study revealed yesterday.
The latest figures showed that 397,900 foreigners decided to live here in 2009 – second in the world only to the U.S.
The figure marked a rise of 14 per cent from the previous year. It was the largest increase in the developed world, at a time when most countries saw dramatic falls in the number of permanent settlers.

Multi-cultural: Immigration to Britain is increasing
Multi-cultural: Immigration to Britain is increasing, with 397,000 foreigners settling here in 2009

The study, from the Organisation for Economic Co-operation and Development, said the increase was largely down to family members coming to stay with those already in Britain, and the large number of foreign students living here.
The study comes just over a week after Work and Pensions Secretary Iain Duncan Smith said a generation of Britons would be condemned to a life on benefits unless immigration rules were tightened.
He said back-to-work schemes would fail without strict controls on incomers, and called on firms to employ British-born people rather than rely on migrant labour. Business leaders responded to his plea by saying British workers had a poor work ethic compared with those from abroad.
The OECD report, Trends in International Migration, appears to back up the business leaders’ view. It found Britain is one of the few countries where migrant workers are less likely to end up unemployed than locals.
Sir Andrew Green, chairman of the think-tank MigrationWatch UK, said last night the figures proved Labour had made Britain a soft touch for immigration.

Warning: Iain Duncan Smith said immigration rules must be tightened to stop too many Britons being out of work
Warning: Iain Duncan Smith said immigration rules must be tightened to stop too many Britons being out of work

‘Labour’s loss of control of immigration . . . has left us with a situation where our population is growing at the fastest rate for 50 years,’ he said. ‘The pressure on housing, health and education can only be intensified at a time when Labour left no money to deal with the extra demand.’ 


The OECD report shows Britain is one of the only countries where the level of permanent migration increased in the years after the credit crunch. The number of permanent migrants here is exceeded only by the U.S., where 1.1million people settled permanently – up 2 per cent on the previous year.France had only 178,700 new settlers – down 7 per cent – and Germany 197,500, down 13 per cent. In Ireland, the total fell by 42 per cent to 38,900.

Bid to deter sham marriages


The number of people settling in Britain has risen by more than 50 per cent since 2003.

The report by the OECD, which represents developed nations, said: ‘Most countries saw declines in permanent migration in 2009, almost half showing falls of 10 per cent or more.’

It said Britain actually saw a fall of more than a quarter in the number of people coming for work, but the total of permanent settlers went up because those who had moved here on temporary visas opted to stay, ‘especially but not exclusively international students’.

It added: ‘This, along with increases in family migration and in movements for other reasons, more than offset what would have otherwise been a demand-induced decline.’ 

Last night Mr Duncan Smith said: ‘This report confirms that even during the recession, jobs in the UK were going to migrant workers while other countries saw a decline in migrant labour.’
Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2014116/Britain-Europes-destination-permanent-migrants.html#ixzz1Ry7JVZPw