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A-24

Mais notícias sobre os militantes da "religião da paz"

por A-24, em 25.07.14

Estado Islâmico ordena mutilação genital feminina


O grupo jihadista Estado Islâmico ordenou que todas as mulheres e crianças da cidade iraquiana de Mossul, norte do país, se submetam à mutilação genital feminina, denunciou hoje o número dois das Nações Unidas no Iraque.

De acordo com a coordenadora das Nações Unidas no Iraque Jacqueline Badcock, o fatwa (decreto islâmico) em causa aplica-se a mulheres entre os 11 e os 46 anos. Nesse intervalo de idades, Mossul, a segunda maior cidade do país, tomada pelos insurgentes do Estado Islâmico em junho, e arredores contam cerca de quatro milhões de mulheres, segundo a mesma fonte da ONU.
Contudo, alguns bloggers afirmavam que a informação comunicada por Badcock é ficcional e serve unicamente para injuriar os jihadistas do Estado Islâmico. Uma correspondente da estação televisiva, sediada no dubai, Al AAan TV, Jenan Moussa, afirmou no Twitter que os seus contactos em Mossul não tiveram qualquer notícia do fatwa, contava a BBC.
O Iraque enfrenta atualmente os insurgentes sunitas liderados pelo do Estado Islâmico, que já tomaram alguns bastiões importantes no nordeste do país e avançam na Síria. Em junho, os jihadistas afirmavam estar a criar um Califado Islâmico, cobrindo o território que controlam no Iraque e na Síria.
Com este decreto, os insurgentes submetem as mulheres de Mossul aos incontáveis perigos de uma prática a cujo fim em todos os países apelava uma resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas de dezembro de 2012.
Entre os perigos da prática estão hemorragias, possíveis problemas ao urinar, infeções, infertilidade e o aumento das probabilidades de morte do recém-nascido, aquando do parto de uma mulher que foi submetida a mutilação genital.

Dois pesos e duas medidas, para não variar

por A-24, em 19.07.14

Depois de Marselha, Malmö torna-se a segunda cidade europeia maioritariamente islâmica

por A-24, em 10.07.14
Via Totalitarismo Universalista

E é apenas a segunda de muitas cidades europeias cuja demografia será radicalmente alterada, talvez até irreversivelmente. O gráfico em baixo mostra a evolução, ou melhor, a involução da estrutura populacional de Malmö entre 2002 e 2013:


Legenda: Utländsk bakgrund = origem estrangeira; Svensk bakgrund = origem sueca; Utrikesfödd eller född i Sverige med minst en förälder född utomlands = Nascido no estrangeiro ou nascido na Suécia tendo pelo menos um dos pais nascido no estranegiro; Född i Sverige med tvä svenskfödda föräldrar = Nascido na Suécia com os dois pais nascidos na Suécia.
Comentário do blogueiro: lembrem-se, caros leitores e leitoras, os imigracionaistas europeus juraram a pés juntos que isto nunca aconteceria, que os níveis de natalidade dos muçulmanos eram comparáveis aos dos europeus, e que falar em substituição demográfica era parnóia, xenofobia, racismo, etc. Mas cá está a realidade nua e crua, prevista há décadas pelos nacionalistas: as etnias que têm mais filhos acabam por ultrapassar as restantes em apenas algumas décadas, mesmo partindo em franca desvantagem.
Ainda não é tarde demais, ainda é possível inverter esta tragédia e salvar os povos europeus da extinção anunciada. Mas está a ficar cada vez mais difícil. E, se ainda queremos ir a tempo, é absolutamente necessário que os europeus abracem o Nacionalismo, porque só o Nacionalismo tem como prioridade inverter os fluxos migratórios.

Chinese Government Gets Sick Of Islamic Violence, Take 13 Muslim Jihadists And Execute All Of Them

por A-24, em 06.07.14
China executed 13 people today for “terrorist attacks” in the far western region of Xinjiang, state media said, while a further three were sentenced to death for staging a lethal attack in Tiananmen Square in Beijing.

“The 13 criminals had planned violent terrorist attacks and ruthlessly killed police officers, government officials and civilians, which took innocent lives, caused huge property losses and seriously endangered public security,” the official news agency Xinhua said.

Xinjiang is the traditional home of Muslim Uighurs who speak a Turkic language, and China has blamed previous attacks on Islamist separatists it says seek to establish an independent state there called East Turkestan.
Exiled Uighur groups and human rights activists say the government’s own repressive policies in Xinjiang have provoked unrest, something Beijing denies.
The 13 executed men were involved in attacks in different parts of Xinjiang, including one last June that killed 24 policemen and local residents, Xinhua said.
In the Tiananmen case, five people were killed and 40 hurt when a car ploughed into a crowd in the square and burst into flames. Those killed included three people in the car. (source)

Cegos britânicos com direitos em risco, por ofenderem motoristas muçulmanos

por A-24, em 04.06.14
The Express

Transport minister Norman Baker has stepped in after complaints from blind people that their dogs were being ejected from public transport on religious grounds.
Mr Baker told bus companies that religious objections were not a sufficient reason to eject any passenger with a well-behaved dog.
He said: “If dogs are causing a nuisance then the driver has every right to ask the owner to leave. But it is much more questionable to be asked to remove a dog for religious reasons. One person’s freedom is another person’s restriction.”
It is illegal under disability discrimination laws to refuse a blind person and guide dog on board a bus or in a taxi. But Guide Dogs for the Blind Association said it regularly receives complaints from members about the practice. The National Federation of the Blind said the problem was “common and getting worse”.
Its spokesman Jill Allen-King said she had often been left on the kerb by Muslim taxi drivers who had refused to take her dog. She has had similar problems with Muslim bus drivers. She said: “Last year a Muslim taxi driver went mad when I tried to get in with my dog. He said, ‘I have to go home now and wash myself’.”
George Herridge, 73, said he was asked to get off two buses in Reading, Berkshire, last year when passengers objected to his labrador guide dog, Andy. “I was coming home on the bus and there were some Muslim children screaming,” he said.
“The driver pulled over and asked me to get off. It is a lengthy walk into town from where I live and there is no other means of transport.” The Muslim Council of Britain urged tolerance and common sense on the issue. A spokesman said: “Muslim drivers should have no hesitation in allowing guide dogs in their taxi or bus. Some schools of Islam regard the saliva of dogs as impure and others think there is no problem.
“If a dog does lick you, then it’s not the end of the world – just go home and wash.”

Está tudo no livrinho

por A-24, em 03.06.14
Via Lura do Grilo

A Sudanesa cristã, presa por ser cristã e renunciar ao islão, deu à luz no chão da cela com as pernas algemadas. A tirania de Omar Bashir promete enforcá-la logo que possa pois assim manda o livrinho. 


Em Lahore, Paquistão, uma mulher foi lapidada à frente de um Tribunal pois assim manda o livrinho.

O Boko Haram contínua a matar às dezenas e as raparigas por aparecer e outras a elas se vão juntado. Está tudo no livrinho.

Um clérigo muçulmano aconselha os maridos a fugir e deixar as mulheres à mercê dos violadores. As mulheres não valem nada! É o livrinho que diz.

Outro clérigo já descobriu o que a polícia belga não quer descobrir: o tiroteio que deixou duas pessoas mortas no Museu Judaico em Bruxellas foi obra de judeus. O livrinho diz quem foi.

Está tudo aqui:


Os raptos na Nigeria

por A-24, em 07.05.14
As famílias desesperam, o governo nigeriano titubeia, a ONU pressiona hoje, lembrando que «escravizar e abusar sexualmente de pessoas pode constituir crime contra a humanidade» e pede ao presidente do país « agilidade na solução do caso».
Mas a verdade é que o mundo em geral (e os meios de comunicação em particular) prestou muito mais atenção à queda de um avião da Malásia e ao naufrágio de um barco na Coreia do Sul, situações em que, infelizmente, pouco ou nada havia a fazer para além de recuperar cadáveres e identificar culpados, do que a este caso em que 200 pessoas estão vivas e deviam poder ser resgatadas, tão urgentemente quanto possível.
Mas o sobressalto não parece ser tão grande assim. Tivesse isto acontecido nos Estados Unidos ou num país europeu e outros galos cantariam. Esta é a triste realidade dos factos. 
Entre as brumas da memoria

Ser FDP é pecado

por A-24, em 02.05.14
A Batalha
A organização terrorista nigeriana Boko Haram sequestrou 200 meninas em idade escolar, na localidade de Chibok, Estado de Borno. A polícia nigeriana confirmou o ataque a uma escola secundária feminina situada no Noroeste do país, mas não adiantou o número de crianças raptadas. De acordo com os pais de algumas das vítimas, foram mais de 200, as meninas raptadas pelo grupo islamista que só este ano matou mais de 1500 civis em três estados da região norte da Nigéria. As jovens estudantes estariam na escola a realizar um exame. O grupo terrorista está particularmente activo. No Domingo, causou 98 mortos e pouco depois protagonizou um ataque a um terminal de autocarros, causando mais de 100 mortos e quase duas centenas de feridos, que cometeram a ousadia de procurarem, como em todas as outras manhãs, chegar ao seu local de trabalho. Na língua local haússa, Boko Haram, significa “a educação ocidental é pecado”. O que dizer das acções, cometidas, de livre vontade, por esta espécie de pessoas que fazem parte de Boko Haram?

Banco Islâmico Britânico

por A-24, em 28.09.13
London is vying to be the capital of Islamic finance outside of the Muslim world, says the city's Deputy Mayor Sir Edward Lister.

A task force on building the UK's Islamic finance industry has been at work since early 2013 and London will host the World Islamic Economic Forum in October.

"The task force has just started and its aim is to make it easier for banks in London to have Islamic products, which is still quite a new concept to any of them," Lister told a press conference, reported Reuters.

"Only now people are beginning to understand what the products actually mean and how they comply ... What you will see is a lot of companies introducing those products."

Globally, the Islamic finance industry is forecast to be worth $2.6tn (€1.9bn, £1.6bn) by 2017. It has grown by around 30% each year since the millennium and consultancy firm Oliver Wyman predicts that there will need to be at least 150 Islamic finance institutions by 2020 to meet the ever-growing demand.

There are more than 20 UK banks offering Sharia-compliant products, such as HSBC and RBS. There are also three Sharia-only institutions, including the Islamic Bank of Britain (IBB).

By increasing the number of Sharia-compliant financial services in London it will be easier to facilitate investment in the UK from Islamic investors.


What is Islamic banking?


According to IBB's website: "Islamic banking operates without interest which is not permitted in Islam, as money in itself is not considered to have intrinsic value.

"As interest is income generated from money, it is seen as effortless return. Instead money must be used in a productive way and wealth can only be generated through legitimate trade and investment, which involves an element of risk.

"Islamic banking therefore uses various principles recognised as Sharia compliant such as Ijara (leasing), Musharaka (partnership) and Wakala (agency agreement). Islamic banks use these principles to develop Sharia compliant financial products, such as savings accounts and home finance, which allow Muslims to conduct their finances in an Islamic way."

Source

Cataluña será islámica ou não será?

por A-24, em 23.08.13
Los datos estadísticos son demoledores. En los últimos 10 años, Cataluña ha pasado de tener 30.000 inmigrantes musulmanes a tener más de 400.000. Hoy la población musulmana supera el 20% en numerosas localidades de la comunidad autónoma. Los musulmanes marroquíes, argelinos y paquistaníes se estructuran en torno a 201 mezquitas, 200 oratorios y 19 madrazas.

Nada de esto habría ocurrido sin la entusiasta colaboración de los gobiernos autonómicos catalanes. El 13 de diciembre de 2009, una mezquita de Manlleu acogió una de las más de 130 consultas independentistas que se celebraron aquel día —ante el mutismo cómplice del Gobierno y el silencio de una oposición dispuesta a hacer cualquier cosa por ganarse el “cariño” de los secesionistas «moderados» catalanes—.

La unión entre secesionistas e Islam no es solo cosa de CiU. El tripartito trabajó en una ley que equiparaba a las iglesias con las mezquitas. Este permanente trato de favor propició la inmigración masiva musulmana y provocó la llegada de imanes salafistas que lograron radicalizar a los musulmanes, muchos de los cuales ingresaron en Al Qaeda y viajaron a Irak, Afganistán y Chechenia para integrarse en la organización terrorista. Contra todo pronóstico, la segunda generación de inmigrantes se está integrando peor que la primera. Es más, los jóvenes musulmanes se sienten desarraigados, reivindican con más fuerza su identidad y buscan una oferta religiosa más radical. Algunos datos presagian el desastre al que se enfrenta Cataluña por renunciar a sus raíces hispánicas: Más de 400.000 inmigrantes musulmanes que no se integran y forman guetos. Pese a haber sido empadronados, en muchos casos sin que pudiesen demostrar su arraigo en la región y recibir toda clase de ayudas asistenciales, la mayoría ha optado por el radicalismo. De hecho, Cataluña es la región europea con un mayor número de salafistas, según coinciden todos los servicios de información europeos.
El panorama es aterrador y ya es solo cuestión de tiempo que los musulmanes de Cataluña, cuando estén organizados y sean mayoritarios en una población en la que merma alarmantemente el número de nacimientos de autóctonos, terminen imponiendo sus propias normas a través de sus propios partidos políticos.
El asunto se complica ante el hecho de que muchos españoles, tras años de fingido victimismo por parte de los nacionalistas catalanes, ven en la islamización de Cataluña una forma de desquite frente a los insultos e injurias de que han sido objeto. El hecho de que miles de españoles, extremadamente críticos con la influencia islámica en Europa, observen con indisimulada delectación el incremento espectacular de la comunidad musulmana en suelo catalán, debería ser un signo de preocupación para los catalanes que aún no hayan perdido la serenidad ni el buen juicio.
“Entre el deshonor y la guerra has escogido el deshonor. Ahora tendrás también la guerra”. Se lo espetó Winston Churchill al primer ministro británico, Neville Chamberlain, cuando éste volvió a su país presumiendo del acuerdo de paz que había alcanzado con Hitler a costa de la desaparición de Checoslovaquia. Las palabras de Churchill son aplicables a todos los nacionalistas catalanes que, en su odio enfermizo a España, han buscado la alianza con el islam cediendo ante ellos una y otra vez. Tenemos actualmente numerosos ejemplos de nuevos Chamberlains que siguen empeñados en ceder ante los liberticidas a fin de alcanzar la quimera secesionista.
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